sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

CAPA: Leo Young e a vida depois após o MasterChef

Se teve alguém que deu uma guinada na vida no ano de 2016, Leonardo Young é um desses caras. O empresário paulista de 31 anos, formado em administração de empresas pela PUC-SP, se inscreveu no badalado programa MasterChef e saiu do programa como o grande vencedor do ano. De lá para cá vários projetos aconteceram e vários outros estão por vir. Mestiço de chinês com austríaco, iniciou sua carreira no mercado financeiro entre bancos e corretoras, até que em 2015 decidiu morar na Ásia, Tailândia e China, onde descobriu sua paixão pela gastronomia. Para quem sonhava quando criança em ser um executivo de sucesso de uma multinacional, hoje o sonho é abrir o próprio negócio no ramo da gastronomia. 

Com pinta de galã, Leo já trabalho como modelo e se considera um cara moderadamente vaidoso, “me considero vaidoso mas sem exagero. Cuido bem da minha saúde através de uma alimentação saudável e equilibrada, mas sem dieta! O fato de não gostar muito de doces e frituras já ajuda bastante a balancear minhas refeições. Pratico esportes regularmente, gosto de correr, malhar e jogar tênis”, conta ele. A sua aptidão pela cozinha encontrou apoio em seus pais, “meus pais sempre me inspiraram bastante na cozinha, assim como cozinheiros e chef’s que conheci ao longo dos últimos anos”, comenta ele. 

O MasterChef Brasil foi um divisor de águas para você, fale sobre a experiência, a vivencia durante o projeto de fato é transformadora? Como seu caminho cruzou com o projeto? E como anda o pós- MasterChef? A participação no MasterChef foi uma experiência fantástica. Não digo isso porque fui campeão da competição, foi realmente um projeto transformador. Muito mais do que aprimorar meu lado cozinheiro, me tornei uma pessoa mais madura para contornar as adversidades. Fortaleci o meu lado emocional e mental. O programa cruzou a minha vida em um momento que eu realmente queria uma grande guinada na minha vida profissional. Tomei coragem e me inscrevi na competição. Estou em uma fase muito boa pós programa, repleto de projetos, eventos de gastronomia e compromissos com a BAND – fui contratado pela emissora e hoje apresento a prévia MasterChef. 

Inevitável perguntar sobre como foi sua relação durante o programa com Erick Jacquin, Henrique Fogaça e Paola Carosella e com o termino do programa, se ainda há acesso as mentorias deles, caso sim, como acontece? Existe algum projeto futuro que interligue vocês? Desde o início do programa eu tive uma relação muito boa com os três jurados. Apesar de ter levado diversas broncas pesadas ao longo da competição, eu sou muito grato a eles porque foi assim que eu aprendi bastante, afinal é nos erros que a gente aprende mais! Sempre tentava absorver as críticas da melhor maneira possível, nunca levava para o pessoal. Continuo me relacionando com eles pós programa mas não temos nenhum projeto em comum.


Quais suas referências de chefs nacionais e internacionais na atualidade? Chef nacional admiro muito o trabalho do Jefferson Rueda, Janaína, Rodrigo Mocotó e Alberto Landgraf. Chef internacional eu destaco o Gordon Ramsay e Alain Passard, aprendi bastante com eles. 

Tem alguma mania? Mania de arrumação vale? Sou super organizado.

Ser cozinheiro é... Ter o privilégio de alimentar as pessoas e conseguir transmitir a minha essência e mensagem de vida através da comida. 

Você é uma pessoa que usa ativamente as redes sociais compartilhando imagens muito belas, fala um pouco sobre essa sua relação com a imagem. Qual a importância da fotografia para o universo da gastronomia? Tanto a gastronomia como a fotografia tem uma conexão muito forte com Artes. A fotografia impulsiona a gastronomia, sem dúvida alguma. Claro que o sabor é a peça chave em um prato de comida, mas a apresentação é fundamental também. Começamos a comer com olhos. 

Quando e como descobriu a gastronomia? Quais foram as pessoas que mais lhe inspiraram e incentivaram? Descobri a gastronomia quando fui morar fora do Brasil. Queria ter uma experiência diferente e fui passar um ano e meio na Tailândia e China. Como estava sozinho e tinha que me virar para comer, comecei a cozinhar cada vez mais e assim descobri meu gosto pela gastronomia. Meus pais sempre me inspiraram bastante na cozinha, assim como cozinheiros e chef’s que conheci ao longo dos últimos anos. 


O que mais gosta de cozinhar quando está só? E quando é para amigos? Quando estou sozinho gosto de fazer uma boa massa com diferentes variações de molhos! Carbonara, pesto, tomate, branco, vôngole... Para os amigos gosto de usar a churrasqueira que tenho em casa para fazer um belo corte de carne na brasa (ancho, t-bone e costela são os meus prediletos) com algum legume de acompanhamento. Gosto de pratos rápidos e frios também, como tartar de carne e peixe. 

Como é explorada a tecnologia no universo da gastronomia? Como interfere no trabalho autoral e na qualidade dos resultados? A tecnologia não é um pré-requisito para fazer um bom prato. É possível fazer um belo trabalho na cozinha em condições rústicas sem tecnologia, no fogão a lenha, sem sequer energia elétrica. Depende muito do cozinheiro e o seu estilo. Quem gosta de usar a tecnologia a seu favor consegue elaborar pratos com um toque mais modernos através dos equipamentos/utensílios de ultimas geração. Mas reforço que isso não é condição agregar sabor e qualidade ao prato. 

Você é um amante da cultura? Como acontece o seu processo de leitura de mundo, como isso influencia no processo criativo e na interpretação dessas informações para produção dos seus pratos? Apesar de ser um amante da cultura, não estabeleço uma relação da maneira como vejo o mundo com o processo criativo dos meus pratos. Cozinhar é uma forma de Arte e minha inspiração vem mais daquele momento específico da minha vida, envolvendo o lado emocional e sentimental também. 

Como vê o cenário brasileiro para investimentos tanto na área de gastronomia, quanto de empreendedorismo e inovação para os próximos anos? O País está em um momento político econômico muito difícil e preocupante. A área da gastronomia foi afetada e diversos empreendimentos tiveram que fechar as portas. Os investidores estão mais cautelosos e o consumo diminuiu significativamente. Acar das perspectivas não serem boas no curto prazo, torço para o Brasil retomar o crescimento a partir do ano que vem.



Um dia após a final do MasterChef, você lançou na internet uma campanha de crowdfunding para abrir um empreendimento na área de hamburguers negócio é uma sociedade de Leo com Zé Soares, do blog "Do Pão ao Caviar", e a empreendedora Bel Pesce, que estudou no MIT e morou no Vale do Silício, que gerou polêmica na internet. Na sua opinião o que ocorreu com a campanha do Zebeléo? O MasterChef foi um projeto longo que durou quase 6 meses e foi muito desgastante. Saí de lá atordoado, ligado no 220V, e antes da ficha cair eu anunciei o empreendimento no dia seguinte. Fui muito afobado e impulsivo e acabei cometendo o erro de lançar uma companha repleta de erros de comunicação, mal apresentada. Rapidamente percebi a besteira que tinha feito, reconheci os erros e suspendi a campanha. 

Quais as qualidades e diferenciais profissionais de Leo Young? Qual a sua marca pessoal nos pratos que produz? Sou muito dedicado, esforçado e concentrado. Destaco como minha marca pessoal nos pratos: ponto correto da proteína, molho e apresentação. 

O que não pode faltar na sua cozinha? Ervas e uma bela proteína fresca!

Falando em futuro, o que vem por aí? Quais seus planos que você pode compartilhar conosco? Estou em uma fase fantástica da minha vida, correndo e trabalhando muito! Não parei desde a final do MasterChef, muitas portas se abriram! Tenho feito diversos eventos de gastronomia, jantares corporativos, workshop’s, viagens, compromissos com a Band que me contratou para apresentar a Prévia MasterChef, filmagens do meu canal do YouTube, e claro, projetos futuros incríveis que eu estou estruturando com muito carinho. Meu desejo maior é ter o meu próprio negócio no ramo da gastronomia. 


Fotos Angelo Pastorello
Produção executiva Ju Hirschmann

Insta: @leo_young_
Facebook: /LeonardoMasterChef
You Tube: Leo Young
Snap: leo_young
e-mail: Leonardo.mc3@outlook.com

quinta-feira, 8 de dezembro de 2016

BEBIDA: Cervejas com café, uma mistura inusitada que dá certo

Já imaginou a mistura entre cerveja e café? Sim, isso existe e podemos encontrar ótimos exemplares em nosso país, tanto nacionais como importados. Se você gosta das duas bebidas, preste atenção nessa lista e boa degustação.


1 Cervejaria: Blondine (São Paulo / Brasil)
Cerveja: Volcano
Estilo: Coffee Stout
Teor alcoólico: 7,5%

Produzida com café 100% arábica em grãos moídos na hora e inseridos durante a fervura e maturação. Uma cerveja potente, com graduação alcoólica alta e muito café, parece um expresso gelado. Também são perceptíveis notas de chocolate amargo no paladar.

2 Cervejarias: Dogma (São Paulo / Brasil)
Modern Times (Estados Unidos)
Cerveja: Modern Dogma
Estilo: Imperial Mocha Porter
Teor alcoólico: 9%

Essa cerveja foi produzida de forma colaborativa entre uma cervejaria brasileira e outra norte-americana. Foi utilizada na receita o grão de café Catuai Vermelho, de uma safra rara de 2015/16, da cidade de Forquilha do Sul (ES). As notas de café estão evidentes tanto no aroma como do paladar.


4 Cervejaria: Founders Brewing (EUA)
Cerveja: Sumatra Mountain Brown
Estilo: Imperial Brown Ale
Teor alcoólico: 9%

Rótulo com adição de café Sumatra e que faz parte de uma série especial da cervejaria. Para um equilíbrio perfeito, foi utilizado malte caramelo para a doçura, cevada em flocos para uma espuma densa e malte chocolate para uma coloração profunda. Uma cerveja de personalidade, com intensas notas de café, aveludada e com amargor presente. 

6 Cervejaria: Dádiva (São Paulo / Brasil)
Cerveja: Golden Stout
Estilo: Stout
Teor alcoólico: 6,7%

Cerveja produzida pelo método de cold brew (café extraído a frio) e com grãos orgânicos da Fazenda Ambiental Fortaleza de Mococa, interior de São Paulo.
Com notas torradas, leve acidez e extremamente aromática. Apesar de ser uma stout, esse exemplar apresenta uma coloração dourada.

quarta-feira, 7 de dezembro de 2016

ARQUITETURA & DESIGN: Espaços pequenos para morar sem abrir mão do conforto

Hoje em dia a procura por imóveis de baixa metragem quadrada tem sido o foco de muitas pessoas, mas ainda existe um certo preconceito na escolha desses imóveis. Por outro lado, a praticidade e o preço acabam falando mais alto. A MENSCH procurou o designer de interiores Newton Lima, seguido por mais de 22 mil pessoas nas redes sociais (@newtonlimaofficial), que sempre abordou as tendências e dando dicas para quem quer morar bem, por vezes sem gastar muito. Com projetos no Rio de Janeiro e São Paulo, um deles tem chamado a atenção particularmente. Um apartamento de 38m2, no bairro de Moema, São Paulo.

Newton Lima, paulista de 41 anos, nunca deixou sua paixão pelo design mesmo tendo formação em administração de empresas com ênfase em comercio exterior. Apesar de também ter MBA em gestão de negócios, cursou design de interiores na escola de Belas Artes, em São, Paulo, para, logo em seguida, estudar História da Arte no Chelsea College of Art, em Londres.

“Sempre tive curiosidade e envolvimento em assuntos relacionados a design e decoração, desde leituras, participação em eventos, visita a lojas e feiras periódicas nessa área. Meus apartamentos eram uma espécie de vitrine onde os amigos pediam dicas e me convidavam para decorar suas casas e espaços”, diz Newton que, em muitas de suas viagens ao exterior, visitou inúmeras feiras observando tendências.

Hoje, o designer tem se envolvido em projetos de maior complexidade, tanto de interiores, como de paisagismo. “Meu trabalho busca contar uma história que se torna algo mais na bagagem e na singularidade dos detalhes que são importantes para cada um”, afirma Newton que, com o tempo, foi se aperfeiçoando nas técnicas e traços de desenhos, em projetos de reforma, adequação de layout e humanização de ambientes. “É preciso entender o modo de vida das pessoas para podermos dialogar dentro da formação de conceitos em torno do estilo, conforto e identidade nas soluções a serem propostas”, finaliza.




PROJETO: Wish Moema, São Paulo/SP

CARACTERÍSTICAS: Studio de 38m2 localizado num prédio com características de flat inteligente.

PERFIL DOS CLIENTES: jovem casal carioca: ele chef de bistrot e ela estudante de publicidade. Ambos recém chegados na capital paulistana, adoram cozinhar e amam os prazeres da mesa. Saudosistas, pediram que o projeto refletisse cores e aspectos da cidade maravilhosa, mas sem exageros! Então apostei no mobiliário planejado para otimização do espaço restrito: muitos armários, cama com baú e prateleiras de sobra na cozinha para armazenar o verdadeiro arsenal de utensílios gourmet. A sacada externa foi fechada com cortina de vidro para acomodar um ambiente de jantar. O ladrilho hidráulico no chão compôs muito bem com a mesa de madeira de demolição e as cadeiras em acrílico trouxeram o equilíbrio. A atmosfera carioca foi traduzida no conjunto de fotografias emolduradas na parede, além de pequenos adornos arrematados pelas cores azul e laranja.

Esse projeto de Moema, com 38 metros quadrados mostra uma tendência na escolha para morar. Antes a procura por esse tipo de espaço era para solteiros. Isso está mudando. Os casais estão optando por espaços menores? Essa tendência é muito marcante nas grandes cidades, e as construtoras perceberam a necessidade do acolhimento de jovens vindos de fora para estudar ou trabalhar. Com o passar do tempo, esses empreendimentos foram tomando formas mais atrativas, incorporando na sua estrutura serviços customizados como manobrista, lavanderia coletiva, academia, concierge, espaços gourmet, piscinas aquecidas... e essas iniciativas chamaram a atenção dos casais sem filhos. Em tempo, esses imóveis também são os preferidos dos investidores, já que os valores de compra e o giro tanto para locação quanto venda são bastante atraentes.

Na sua maioria os clientes atribuem a escolha por essa metragem por conta da crise ou da praticidade? Os valores desses imóveis são interessantes, mas não necessariamente baixos. Busca-se atender um determinado nicho que preza por um certo requinte com praticidade. Em muitos casos, os moradores já possuem um outro imóvel numa outra localidade, e a busca por essa solução vem para substituir os tradicionais flats, por vezes caros e impessoais.

Nesse projeto os donos já tinham ideia do que queriam ou você teve que trabalhar todas as ideias? Foi um verdadeiro “namoro”. Vivi 11 anos no Rio de Janeiro, onde fiz vários amigos e conheci muita gente. O casal que me procurou nesse projeto veio de lá, e foi justamente para preencher a lacuna que os cariocas usualmente sentem quanto chegam na "terra da garoa". A necessidade de resgatar as origens é um ponto de partida importante em qualquer projeto.

Como acontece a “criação” do designer de interiores junto ao cliente que não sabe exatamente o que quer? Uma espécie de anamnese faz parte do escopo. Cativar é parte do processo. Habilidades interpessoais são requeridas do profissional de interiores - estabelecer um clima de confiança é fundamental; num simples bate papo tenho que captar as necessidades, expectativas e valores de cada cliente. Parto sempre da premissa de que não existe bonito e feio: o que é importante para mim, pode não ser para o outro, e vice-versa.

Tudo tem que caber dentro do orçamento do cliente. É possível hoje fazer mais com menos? O grande desafio nessa profissão seria atender as expectativas - é preciso conhecer desde a peça mais imponente até a solução mais estratégica. Transitar com naturalidade entre uma obra de arte e uma gravura emoldurada é a grande sacada. Produzir um ambiente é relativamente fácil, mas é no encanto e na transformação que está o fio da meada. Esse projeto do estúdio é um bom exemplo: utilizei de diversos recursos alternativos sem abrir mão dos critérios demandados pelos clientes. A vida se torna mais simples quando nossas crenças e tradições são preservadas.







PARCEIROS NA PRODUÇÃO

Mr.Closet: moveis planejados no quarto, cozinha, jantar, banheiro e lavanderia
TokStok: sofá 2 lugares, mesa de jantar e cadeiras
Marche Art de Vie: pratos Fornasetti e pequenos adornos
Urban Arts: quadros acima da cama
Alfaias: roupas de cama e banho 
Coqueluche Casa: utensílios de cozinha e eletro portáteis 
ByKamy: tapete Kilim sob a cama
Botteh: tapete Ziegler no ambiente de estar
Lisa Corti: almofadas
Ramo Urbano: flores

terça-feira, 6 de dezembro de 2016

ESTILO: A moda vanguarda e cheia de estilo de Hermes Inocencio

O que a moda masculina e os novos estilistas tem apresentado de novo? Pensando nisso fomos conversar com o estilista carioca Hermes Inocencio, sobre a moda e as tendências para 2017. A moda de Inocencio é alternativa, conceitual e vanguardista, voltada para o homem que sabe ousar e não está preocupado em seguir padrões e por isto, o estilista tem se tornado queridinho de vários artistas. Está circulando nas redes de vários artistas como, Alexandre Nero, Roberto Birindelli, Isadora Ribeiro, Sascha Bali, Alex Reis, Sergio Menezes, Anderson Thieves, Marcelo Saback, Claudio Lins, Andrea Mattar, em homenagem ao estilista, que comemora o 1º aniversário de sua loja no dia 11 de dezembro, com uma grande festa e apresentação de sua nova coleção!    

Você começou sua carreira muito cedo, você se lembra qual foi sua primeira peça? Sim comecei aos 14 anos de idade e minha primeira peça foi uma regata de patchwork.

Quais são suas maiores fontes de inspiração ao longo de todos estes anos? Sem dúvida, o Rio com todo esse colorido essa mistura de povos tão diferentes culturalmente. Quando quero me inspirar é só dar uma volta na Visconde de Pirajá!

Seu estilo se tornou conhecido depois que vários famosos apareceram usando suas roupas, qual é o diferencial da sua marca que atrai esse público? O diferencial é justamente o ESTILO, forte, vanguarda, e acima de tudo sensível para criar peças coloridas e estampas, porém harmoniosas. Acho que é por isso que agrado tanto os artistas. Eles tem outra cabeça e a sensibilidade para entender a proposta.

Como foi que sua moda se tornou tão conhecida entre os europeus? Estou a 20 anos no mercado, atuando principalmente na zona sul, onde é grande a presença de europeus. Eles adoram esta brasilidade impressa em minhas peças, que traduzem toda a alegria do nosso povo. Por isso minha loja vive cheia de gringos ávidos por peças exclusivas e presentes para levarem como "souvenirs"

Quais são as tendências mais fortes para a moda masculina em 2017, e o que vem em sua nova coleção? As grandes grifes apontam as tendências, mas minha moda é alternativa e meu público espera que eu apresente as novidades. A minha aposta para esse verão são as calças Overzised em algodão e microfibra bem coloridas, camisaria em lease, malhas coloridas em devorê.

Sua loja se tornou uma galeria de arte também, como é isto? Sim, a loja acabou virando um point muito conhecido por conta de ser em frente à Praça General Osório onde acontece a tradicional feira Hippie, além disto, antes de inaugurar a loja eu expunha minhas peças no Galeria Café, que fica na esquina da loja, e tudo isto contribuiu para tornar o lugar um ponto de encontro dos amigos, clientes e admiradores de obra de arte. Neste momento, por exemplo, está tendo uma exposição dos quadros do artista Anderson Thives.

Quais são seus planos para 2017? Pretendo participar do Miami Fashion Week na edição 2017.

Você está comemorando aniversário de 1 ano de sua loja, conte o que está preparando para esta festa? Além do lançamento da minha nova coleção, vamos ter um dia inteiro de atividades, com Dj, distribuição de brindes e apresentação da coleção tudo na calçada em frente à loja, com direito a red carpet e muitas outras supresas!



Fotos Paulo (Aimenot Fotos)
Tratamento digital Will Wesa
Produção executiva Marcia Dornelles

segunda-feira, 5 de dezembro de 2016

CUIDADOS PESSOAIS: Suor & axilas - cuidados para manter o controle e evitar irritações na pele

Usamos a expressão “suar a camisa” para indicar a prática de um esforço para conseguir algo que se deseja. Aos nos esforçamos fisicamente o corpo tende a transpirar para controlar a temperatura do corpo. Mas nem sempre “suar a camisa” é algo natural. Muitos homens se queixam daquelas enormes “pizzas” embaixo do braço ou do odor que exalam durante o exercício físico. Para saber um sobre esse tipo de problema, consultamos a dermatologista Carol Coelho que nos esclareceu sobre o que é a Hiperidrose e também a bromidrose e como tratá-las.

O suor é uma forma que o nosso organismo tem de controlar a temperatura do corpo, especialmente durante a prática de exercícios físicos, febre ou em ambientes quentes. Suar bastante nestas situações é normal e até saudável, mas se esse suor excessivo acontece a todo instante e em qualquer ocasião, é um sinal de hiperidrose. Esta doença se caracteriza pela hiperatividade das glândulas de suor, principalmente nas regiões das axilas, pés e mãos, mas também pode acometer outras áreas do corpo como virilhas e couro cabeludo e tem nos fatores psicológicos as principais causas da doença. 

A hiperidrose pode ser primária (quando não se encontra uma doença associada) ou secundária (relacionada a doenças endócrinas, neurológicas, menopausa, obesidade e principalmente doenças psiquiátricas/transtornos de ansiedade). Os pacientes com hiperidrose associada à ansiedade normalmente não suam quando estão dormindo (estado de relaxamento), mas suam bastante mesmo com o tempo frio. Apesar de o senso comum nos levar a achar que homens suam mais que mulheres, não há comprovação científica para isso e dados indicam que a hiperidrose atinge homens e mulheres em igual proporção e que cerca de 2.8% da população sofram com esta doença.

O tratamento para a hiperidrose varia de acordo com a causa. A primeira regra é não tentar a automedicação e sim procurar um dermatologista. Os médicos costumam graduar a hiperidrose primária em leve, moderada e severa através da avaliação do grau de constrangimento, problemas sociais e de auto-estima relacionados à doença para escolher o tratamento mais adequado. Nos casos leves usa-se desde soluções simples, como talcos anti-sépticos e leite de magnésia aos medicamentos tópicos contendo cloreto/cloridróxido de alumínio, associados ou não, ao triclosan, glutaraudeído, iontoforese. Existem ainda os anticolinérgicos orais que também podem ser usados, mas eles causam muitos efeitos colaterais e por isso costuma ser recomendados. 

Nos moderados/severos partimos para aplicação da toxina botulínica tipo A nas regiões afetadas garantindo ao paciente um média de 6 meses sem suar. Nos casos de difícil tratamento ou em que o paciente sofre muito com o problema, a melhor opção é o encaminhamento para um cirurgião torácico para realizar a cirurgia de simpatectomia (remoção de uma parte específica do nervo simpático principal) que cura definitivamente a hiperidrose daquele local, mas pode ter um efeito colateral de compensação da sudorese em outras áreas como peito e costas. Ao optar por este tipo de tratamento é aconselhável conversar com o médico sobre todas as possibilidades de efeitos colaterais, alguns podem ser irreversíveis.

Outro mal ligado a hiperidrose é a bromidrose, nome dado ao mau odor provocado pelo suor excessivo em algumas partes do corpo, principalmente axilas e pés. O odor ocorre pela decomposição do suor por bactérias que habitam estas regiões. A cura da bromidrose esta na cura da hiperidrose. No caso dos homens que, em geral, não depilam as axilas, não há relação entre os pelos das axilas e hiperidrose ou bromidrose. E provavelmente os homens exalam mais odor por outros fatores associados como a questão hormonal (testosterona) e a maior produção de sebo/oleosidade da pele. Se você não tem umidade excessiva em determinadas regiões e faz uma boa higiene local, não haverá mau odor. 
HIGIENE, TECIDOS E DESODORANTEScomo agir e escolher

01- A higiene é sempre a primeira ação para combater qualquer tipo de doença, ainda mais quando se trata de suor e odores.

02 - É fundamental lavar e enxugar muito bem não só as axilas, mas também os pés e a virilha. Manter sempre estas regiões limpas e secas e usar talcos para os pés e antitranspirante.

03 - O uso de antitranspirante não faz mal à saúde como já se ouviu falar, pois ao contrário do que se pensa ele não impede a produção de suor, só minimiza.

04 - É importante saber que os desodorantes comuns não tratam a hiperidrose e são apenas perfumes que disfarçam o odor com uma leve ação antitranspirante. O melhor a fazer é escolher desodorantes suaves, com pouco perfume e secos/dry para evitar irritações na pele.

05 - O melhor tecido para quem sofre de hiperidrose ou bromidose é o algodão e uma dica importante é nunca repetir roupa. Usar apenas uma vez e colocar para lavar. É também aconselhável ter sempre uma camisa limpa para trocar durante o dia e/ou também meias e cuecas. Isto previne não só a bromidrose como as micoses e outras doenças associadas ao excesso de umidade da pele.

PESQUISA SOBRE CONSUMO X VAIDADE DO HOMEM

Recentemente a Unilever fez uma pesquisa com cerca de mil brasileiros de 30 a 55 anos sobre questões como os cuidados pessoais e a imagem dos homens na mídia. Confira alguns pontos bem interessantes: Sobre frequência de uso, o desodorante, foi citado por 90% dos entrevistados, vem depois apenas do sabonete em barra, mencionado por 94% deles. Quando o assunto é a representação do homem na publicidade e na mídia, eles consideram ser retratados como caricaturas que expressam mitos e estereótipos. Sete em cada dez entrevistados acham que a mídia os mostra como muito mulherengos, além de muito atléticos e malhados. Ou seja, a maioria até gostaria de ser considerado um Casanova ou ter uma barriga tanquinho, mas a realidade é bem diferente. Outro estudo da Unilever revela que 27% dos homens declaram ter sensibilidade a desodorantes e, entre esses, 57% sofrem com irritações nas axilas. (fonte: Unilever)


SERVIÇO:
Clínica Carolina Coelho – Rua Frei Matias Teves, 280, Emp. Albert Einstein, Sala 509, Ilha do Leite, Recife/PE - F: (81) 3423.5690


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sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

CAPA: Max Fercondini & Amanda Richter em sintonia dentro ou fora da TV

Eles formam um dos casais mais queridos da TV. Os atores Max Fercondini e Amanda Richter se conheceram pelos acasos da vida, compartilham os mesmos desejos e sonhos. A sintonia é tanta que o casal já está junto há mais de oito anos e isso levou os dois a desbravar novos destinos pelo mundo em novos projetos de vida. Max, que já foi nossa capa lá em 2011, e Amanda, que faz sua estreia na MENSCH, chegam para comemorar os 6 anos da MENSCH em grande estilo em um belo e provocante ensaio. Depois disso eles pegam as malas rumo a mais aventuras desbravando nosso planeta juntos. Esse casal promete.

Quando se descobriu ator? Como foi o início? Comecei muito cedo na televisão. Com 13 anos iniciei em cursos de interpretação para televisão e, no período de um ano, fui convidado para fazer minha primeira novela (Esplendor 2000). Desde então, participei de mais de 13 produções da TV Globo, dentre minisséries e novelas, sem falar dos 5 anos como apresentador do Globo Ecologia. Hoje, completo mais de 17 anos de experiência na área e inicio um novo caminho como diretor dos quadros que apresento junto com a Amanda Richter.

A primeira lembrança que se tem de você foi como um riquinho mimado na novela “Laços de Família”. Como foi essa estreia em horário nobre? Na verdade foi um processo muito natural. Quando eu era pequeno não tinha o hábito de assistir novelas, apesar de me lembrar bem da minha família acompanhar algumas novelas de sucesso, como “O Rei do Gado” e “A Próxima Vítima”. Como era muito jovem, com 14 anos, tudo era novidade e a dimensão dos meus primeiros trabalho se resumiam ao meu objetivo de agradar a direção do programa que estava fazendo e desempenhar bem meu papel. A repercussão dos meus trabalhos nunca me deslumbrou e eu sempre tive o pé no chão com relação à parte que me cabia na obra. Acho que isso foi a base para que eu construísse uma carreira sólida.

Você e Amanda se conheceram gravando “Ciranda de Pedra” (2008) e de lá pra cá não se separam mais. Como foi esse encontro? A que você acha que se deve essa sintonia? Nos conhecemos no período da novela, mas não exatamente nos bastidores do Projac. Apesar de a Amanda vir a participar desse trabalho em questão (Ciranda de Pedra), dividindo algumas cenas comigo na trama, foi um amigo em comum que nos apresentou. As coincidências estavam por toda parte e, quando descobrimos que morávamos no mesmo prédio na Barra, foi fácil “juntar” as escovas de dentes” e traçar planos em comum.

Vocês deram uma pausa na carreira de ator e caíram na estrada filmando viagem e descobrindo destino. Como é essa sintonia de vocês também na estrada? Temos muita cumplicidade pelo fato de vivermos juntos há mais de oito anos. Dessa maneira, foi fácil encarar todos os momentos do dia-a-dia e as dificuldades das duas grandes aventuras que fizemos, primeiro pelos céus do Brasil, no “Sobre as Asas” e agora no motorhome para o “América do Sul Sobre Rodas”. O segredo está na capacidade de entender e respeitar o espaço do outro. Nós estamos somando nossas vidas e compartilhando os mesmos sonhos.

O que é mais prazeroso nessas viagens? O que mais te instiga a continuar? Sou apaixonado pelo nosso planeta. Desde quando me tornei apresentador do Globo Ecologia, comecei a criar um gosto muito forte pela natureza que está à nossa volta. Ter conseguido transformar o meu trabalho em motivo para viajar e conhecer outras culturas e paisagens, foi a grande mudança que deu um sentido maior na minha vida. Por sorte o mundo é bem grande e ainda tenho muito para explorar.

Largaria a carreira de ator só para ser apresentador? Se vê fazendo só isso ou você é muito inquieto para apenas uma “função”? Acho que uma coisa não necessariamente exclui a outra, mas atualmente tenho me dedicado muito mais para minha carreira como diretor e produtor dos projetos que desenvolvo com a Amanda. Depois de dirigir estas duas séries de expedições na Globo e colher os frutos da boa audiência e das excelentes críticas, percebi que meu caminho é mais amplo na direção, onde posso criar e conceituar os projetos. A “migração" para esse “patamar” profissional tem sido um processo bem natural pra mim. Se eu tiver tempo para atuar, ok. Mas confesso que tem sido muito mais prazeroso viver o personagem da minha história real.


Que lugares mais te fascinou e qual ainda pretende ir? Qual a próxima parada? A América do Sul é incrível como um todo e as coisas que mais me tiraram o fôlego nessa viagem foram justamente as paisagens que não temos no Brasil, como o deserto do Atacama, o vulcão Villarrica, ambos no Chile e o glaciar Perito Moreno no sul da Argentina. Como será a próxima viagem? Bom, a primeira expedição nós fizemos pelo ar, a segunda pela terra. Estamos nos preparando para viver no mar para mais uma temporada de aventuras. Em breve dou detalhes.

Desde “Flor do Caribe” você não dá as caras em uma novela. Sente falta? Ou a liberdade do programa te instiga mais? Como disse anteriormente... Qual personagem pode competir com a realidade que vivi nos últimos anos? Eu pilotei meu próprio avião em uma expedição aérea para conhecer melhor meu país, na qual pousei em tribo indígena, capturei uma onça para pesquisa científica, mergulhei em reservas ambientais protegidas, escalei um dos vulcões mais ativos da América do Sul, ajudei a escavar um dinossauro de mais de 90 milhões de anos na Patagônia, acampei no deserto mais alto e árido do mundo, conheci culturas que vivem em ilhas flutuantes no meio do lago Titicaca… Sinceramente, a realidade que criei para mim com estas oportunidades suprem bem o trabalho em novelas.

O que mais te atrai em Amanda? Sabe o que eu mais gosto nela? Tudo. (risos) Não poderia elencar um único traço do seu perfil, pois estaria sendo injusto com todas as suas outras qualidades que me fizeram escolher estar junto dela para amá-la. A gente se completa de uma maneira muito especial e eu faço de tudo para que a relação seja recíproca. Não que nós não tenhamos os problemas que todo casal tem. Mas me considero um cara de sorte, pois, igual a ela e mais perfeita para mim, não existe.


E esse ensaio pra lá de provocante, como foi participar dele? Foi uma diversão só. O Pino é muito talentoso e no primeiro click percebi que as fotos ficariam boas. Fazia tempo que não posava para fotos e me senti super confiante por estar ao lado da Amanda que, além de linda, fotografa muito bem. Acho que a gente conseguiu transparecer um pouco a energia de ser um casal real. Isso era importante. Conquistamos essa cumplicidade ao longo desses tempo que estamos juntos.

ENTREVISTA AMANDA RICHTER

Ser atriz foi algo que despertou muito cedo? Quando e como isso começou? Desde criança eu já me identificava muito com atividades artísticas. Aulas de teatro, canto, teclado e pintura eram minhas preferidas. Em casa, criava peças de teatro e espetáculos de dança com minhas amigas e nos apresentamos para a plateia, que no caso, eram os nossos pais que desde cedo tiveram que assistir a muitas apresentações (risos) 


Ter conhecido Max na TV faz com que seja mais fácil entender o ritmo do outro? O que deu essa liga entre vocês que dura até hoje? Na minha opinião, esta profissão é muito diferente de todas as outras. Utilizamos nosso corpo e emoções como recurso para o trabalho, não temos horários definidos, vivemos uma vida que não é a nossa quando interpretamos um personagem, então, se você tem alguém do seu lado que entende isso, tudo fica mais fácil. Max e eu combinamos muito e com certeza estamos juntos até hoje, pelo amor, respeito e admiração que temos um pelo outro.

Sendo um casal de atores e conhecidos do público isso ajuda ou dificulta para lidar o assédio? Nós moramos no Rio de Janeiro, aqui as pessoas estão bem acostumadas a encontrar atores e atrizes, mas o assédio grande acontece quando viajamos para cidades que estão fora do eixo Rio-São Paulo. O homem é sempre mais assediado do que a mulher, na minha opinião. Mas normalmente, as mulheres que querem tirar foto com o Max, são bem educadas, primeiro me perguntam se eu libero e com o meu aval fazem o clique (risos)

Essa sintonia de vocês ultrapassou a telinha e fez vocês caírem juntos na estrada em viagens que terminaram virando um programa. Como veio a ideia? Aos 22 anos quando o Max tirou a carteira de piloto privado de avião, ele começou a desenvolver um projeto chamado Nas Asas do Brasil. A grande vontade dele, era dar a volta no país em conhecer mais da cultura e do povo brasileiro. Todo o desenvolvimento do projeto e capacitação como piloto durou sete anos e, em 2015, ele lançou a ideia para produzirmos o programa para a Globo. A primeira temporada se chamou Sobre As Asas, onde voamos por todos os cantos do Brasil e esta segunda se chamou América do Sul Sobre Rodas, onde em Motorhome cruzamos 21 mil km por seis países do sul do nosso continente.

O que é mais prazeroso nessas viagens? O que mais te instiga a continuar? Eu amo viajar! O mais prazeroso é conhecer novos países, culturas e é claro dividir todas essas experiências com quem eu amo. A viagem traz um amadurecimento pessoal que não se compra em lugar algum. É a vivência, o olhar, o aprendizado de todo o dia ter que lidar com novas situações que nos faz crescer como pessoa. O que me instiga a continuar são os milhões de belos lugares que existem e que eu ainda não conheço.

Apresentar um programa de viagens te desafia em que, pessoal e profissionalmente? O maior desafio profissional nesta viagem em específico, foi não contar com equipe e realizarmos tudo sozinhos. Tínhamos que ficar na frente e atrás das câmeras a todo o momento, então muitas vezes estávamos cansados, mas não podíamos passar esta impressão para a câmera. O desfio pessoal, com certeza, foi ficar longe da família, dos amigos e da nossa casa por tanto tempo. 


Que lugares mais te fascinou e qual ainda pretende ir? Qual a próxima parada? Eu amei conhecer o Glaciar Perito Moreno na Argentina, essa foi nossa primeira parada para gravar, então foi um marco para nós. Vivemos muitas experiências incríveis nessa viagem e caminhar em cima de uma geleira de milhões de anos, foi uma delas. A próxima parada... Ahh essa eu deixo o Max responder.

Sua última novela foi “Gabriela”, em 2012, e depois você caiu na estrada. Sente falta do ritmo de novela? Na verdade o ritmo das nossas gravações no América do Sul Sobre Rodas eram muito mais puxadas do que uma novela. Eu adoro poder transitar pelos dois espaços, o de atriz e apresentadora. Acho que um complementa o outro.


O que mais te atrai em Max? Quando ele te conquista de vez? Difícil dizer. Eu escolhi ele para ser meu parceiro da vida porque ele tem muitas qualidade que me atraem. Ele é gentil, inteligente, amoroso, empreendedor, bem humorado e por aí vai. Acho que ter uma pessoa do seu lado que faz sua vida ser mais alegre e te motiva a crescer profissionalmente e pessoalmente não tem preço. Realmente, tive sorte de encontrar um cara tão especial. 

E esse ensaio pra lá de provocante, como foi participar? Foi bem bacana! É legal a gente se reinventar, se ver diferente. A equipe toda foi excelente, desde a maquiagem, a stylist, o fotógrafo, juntamos um time muito bom e ficamos muito felizes com o resultado. 


Fotos Pino Gomes
Stylist Atria Gomes
Make-up Cleide Araújo

quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

FETICHE: Victoria’s Secret Fashion Show reúne as maiores tops da atualidade em um incrível desfile em Paris


Ontem Paris ficou ainda mais bela com a constelação de estrela do badalado desfile Victoria’s Secret Fashion Show. O mais esperado desfile da grife que junta as mulheres mais bonita do mundo mostram os novos modelos de lingeries da marca. Dessa vez o Grand Palais, em Paris, foi o cenário escolhido como cenário. Na passarela as tops mais famosas da atualidade, e as brasileiras Adriana Lima, Alessandra Ambrósio e Laís Ribeiro, reinaram na noite. Além de Gigi Hadid, Kendall Jenner, Sara Sampaio e até Lady Gaga deu o seu showzinho de sensualidade. Veja alguns dos melhores momentos da noite repleta de beleza e sedução. Comemorando o décimo quarto ano de parceria com a marca Swarovski (@swarovski), foram desfilados looks feitos com mais de 450.000 cristais da marca. O desfile será transmitido pela “CBS Television Network” para mais de 190 países na próxima segunda-feira (05.12).








quarta-feira, 30 de novembro de 2016

EDITORIAL: Men at Work - Looks cheios de estilo e classe para o ambiente de trabalho

Entre ternos e gravatas, negócios e propostas. Estilo e boa apresentação são primordiais para o sucesso no ambiente de trabalho e caem bem em qualquer área. Assim como os looks dessa seleção, clássicos e contemporâneos. Na medida.








Fotos Marcelo Auge / Realização Ju Hirschmann / Estilo Celso Ieiri e Renata Tamelini / Beleza André Florindo / Modelos Alex Schultz e Diogo Bordin (Ford Models) / Agradecimento especial Mostra e Venda "Modernos Eternos" / Suíte Arquitetos / Locação Casa Bossa - Shopping Center Cidade Jardim

Highstill 11 3595- 8591 / Calvin Klein 11 3817-5804 / Dudalina 11 5090-9320 / Rommanel 0800 114990 / Puket 11 3021-5215 / The Craft Shoes Factory 11 3021-2657 / Pierre Cardin www.pierrecardin.com.br  / Tom Ford www.tomford.com / VR 11 3081-2919 / Aramis 11 3611-5141 / Swatch 11 3097-8750 / Dammyler 0800 484700 / CNS 11 3141- 0990 / Noir Le Lis 11 3034-5551 / Zara  11 3031- 8345 / Ellus 11 3061-2900 / Ômega 11 3198-9370