sábado, 31 de dezembro de 2016

ESPECIAL: Retrospectiva 2016 - Capas, viagens, moda, musas, fotógrafos e quem foi destaque esse ano na MENSCH

Último dia do ano. Ano que não foi nada fácil. Mas mesmo assim encerramos 2016 com grandes vitórias. Um número record de capas, ao todo 59 capas digitais e 12 capas impressas. Fizemos 6 anos da marca MENSCH ainda mais fortes e diversificados. Nossas edições impressas estão chegando em mais cidades e agora podemos dizer que somos uma revista nacional. Nossas edições impressas conquistaram mais internautas, assim como também conquistamos mais gente legal para nossas capas. Nas redes sociais a evolução é constante. Ou seja, mesmo difícil foi um ano bom! Capas incríveis, profissionais cada vez mais empenhados em fazer mais e melhor. Tivemos a volta de artistas como Gianechinni, Sidney Sampaio, Cris Vianna, Paulo Ricardo. Assim com a primeira vez de gente muito legal como Deborah Secco, Vladimir Brichta, Marcelo Serrado, Dalto Vigh e Letícia Lima. E não foi um espaço dominado só por atores, tivemos também chef de cozinha, atleta paraolímpico, cantor, fotógrafo, apresentadora e empresário. Enfim, um belo ano! Que venha 2017 com muito mais!











sexta-feira, 30 de dezembro de 2016

CAPA: Os desafios e sucessos de Marcelo Serrado

Marcelo Serrado é desses caras com carisma natural. De uma linhagem de atores que ama a profissão e respeita muito o que faz, por si e pelo público. É um ator que se diverte levando à sério cada personagem, cada novela, peça, ou filme. Não se deixa levar por fama ou qualquer outra coisa fugaz e tão comum no meio artístico, . ela Ele acredita em emoção e trabalho. E isso não faltou na sua novela mais recente, Velho Chico, onde deu show de interpretação do começo ao fim.

“Um Bonde chamado Desejo” e você estreou como ator. E hoje, tantas décadas depois, quais seus desejos de ator? O que te move nessa profissão? Na verdade eu estreei lá substituindo. Eu era aluno do tablado e fazia peças com a querida Louise Cardoso que era minha professora na época. Foi o começo de tudo. O que me move são os personagens, é o que cada personagem pode dizer. O que me motiva é sempre poder fazer coisas completamente diferentes, estar sempre em busca de algo novo, algo que eu nunca fiz, que me coloque em prova, que eu possa errar também, aprender, está sempre aprimorando.

Como foi a experiência de “largar” as novelas da Globo para se arriscar na série Mandrake na HBO Brasil na pele do policial Raul? Foi incrível! Eu tinha terminado meu contrato com a Globo, naquela época, e aí me chamaram pra fazer Mandrake e trabalhar com amigos. ; Henrique Fonseca, Conspiração, Marcos Palmeiras, foi tudo uma junção de coisas boas. Poder encontrar meu amigo Marquinhos Palmeiras, agora em Velho Chico, foi fabuloso. Foi uma experiência única fazer Mandrake. Tem gente que lembra até hoje e fala comigo “Pô Raul (personagem de Marcelo na série), como é que tá?” Muito legal.


Falando em séries, elas ganham cada vez mais espaço, ainda mais depois do canais on demand. Você segue alguma? Sigo várias séries! Sigo The Walking Dead, Game Of Thrones, Black Mirror, The Bridge e agora estou vendo a do meu amigo Rodrigo Santoro, The Westworld, que é incrível. Uma série fantástica de Jonathan Nolan e produção de JJ Abrams, produtor que fez Lost. Vale a pena ver, tá na HBO no domingo à noite. Eu adoro séries, via muito Friends, Sienfield, durante muitos anos, Mother Family. Gosto bastante de séries.

Ainda nesse tema, plataformas como a Netflix mudaram o jeito de se assistir narrativas seriadas. De uma só vez você pode assistir toda uma temporada sem aquela angústia da espera ou o medo de chegar em casa atrasado e perder o capítulo. Como vê essa nova realidade de relação do espectador com a TV? Como vê a TV aberta nisso tudo? É incrível, realmente é uma comodidade muito boa. Por exemplo, ontem vi dois capítulos diretos de Narcos. Isso é muito bom. A Globo já está indo nesse caminho também, né? Eu pude ver cenas minhas quando a novela tinha acabado. Uma vez eu saí do estúdio, eram 10h da noite, eu estava no taxi, coloquei no Globo Play e vi minhas cenas da novela neste mesmo dia. Então não tem jeito... Isso é o futuro, não tem como fugir disso, não.

Crô, seu personagem na novela global Fina Estampa foi um sucesso entre todas as idades. Qual o carisma do personagem? E como foi levá-lo para o cinema? O Crô foi realmente daquelas coisas que acontecem às vezes. Uma vez na tua vida. O Crô é, para mim, como uma Carminha pra Adriana Esteves, um Félix pro Mateus Solano, um Sinhozinho Malta pro Lima Duarte, Nazaré Tedesco para Renata Sorah. É um personagem que ficou icônico. A viúva Porcina pra Regina Duarte. São personagens que ficam marcados em um ator. Eu agradeço todo dia a Deus, e a Aguinaldo Silva, por me dar esse presente que me marcou muito, que me deu 2 milhões de espectadores e o Crô está sempre na memória das pessoas aí, estão sempre perguntando por ele. É uma honra muito grande poder ter feito isso, poder ter levado essa alegria pras pessoas.


No palco foram mais de 20 peças, entre elas “Não existe mulher difícil” de 2011. Em tempos de empoderamento feminino, estando no seu terceiro casamento e tendo uma filha, como vê o espaço da mulher em nossa sociedade e temas como aborto e estupro? A mulher tá aí, né? A mulher domina a gente. Eu sou completamente cercado de mulheres. Da minha mãe, da minha mulher Roberta, da minha filha Catarina. Nós precisamos delas. Eu acho fundamental essa emancipação da mulher de uns anos pra cá. Direitos iguais, a mulher tem de comandar, ser diretora das empresas. Eu já peguei um avião que uma mulher era piloto. Então é isso. Jogar futebol, times de futebol femininos. E sobre essas questões de aborto, eu acho que deveria ser um direito da mulher, ter um filho ou não. Às vezes é um estupro, às vezes é um filho não desejado...Isso é uma coisa que deveria ser mais estudada, não deveria ser proibido, a mulher deveria ter o poder de ter o filho ou não.

“Malu de Bicicleta” de 2010, lhe rendeu prêmio de melhor ator do Festival de Paulínia. Como lida e enxerga a premiação no mundo artístico, desde as regionais até o Oscar? Foi um prazer ganhar esse prêmio. Ganhei em Gramado de melhor ator com outro filme. Prêmio é sempre muito bacana, é uma espécie de carimbo daquilo que você está fazendo, mas não muda muito a carreira do ator. O que muda é o dia a dia, o trabalho, o suor. Trabalho, trabalho, trabalho e trabalho!

Filhos. Como e para que educá-los? Quais as maiores dificuldades que vê na educação contemporânea e quais as delícias da paternidade? Ah, filho é um barato, né? É muito difícil educar, saber se está dando a educação certa, se você está no caminho certo...Mas é uma descoberta, você descobre com seu filho também. Eles ensinam também e você aprende junto. Mas eu acho fundamental. Quem não tem filhos não imagina como é a vida sendo pai. A vida se completa. Eu não consigo me imaginar sem ser pai. É uma nova janela que se abre. É mais que sua continuação, é uma troca de generosidade. Você passa de olhar pra você pra olhar pro outro. Você deixa de ser ego centrado e tem uma pessoa ali que depende de você, e que você acha até que é mais importante que você.



No Fla x Flu que anda a nossa política, muitos artistas têm se manifestado publicamente em prol disso ou daquilo. Nessas horas é o artista formador de opinião dando seu testemunho ou o cidadão comum exercendo suas escolhas? Eu acho importante o artista se posicionar, mas também já mudei um pouco de opinião depois que eu me posicionei na internet. Tomei paulada, mas acho que esse Fla x Flu não interessa a ninguém. Na verdade as pessoas pensam diferente. A tolerância é fundamental nesse momento. E a internet deu voz aos idiotas como diz Umberto Eco, escritor italiano que eu acho incrível. A gente tem de tomar cuidado por ser pessoa pública. Posicionar-se é importante, mas hoje em dia eu prefiro não entrar muito no debate político, principalmente na internet. Porque é uma opinião minha, não vou mais dividir isso com ninguém. Até porque às vezes as suas certezas não são tão certas, já que, a meu ver, na política brasileira são todos enrolados . É difícil você citar um político aí que não esteja com “o rabo preso”. Existem bons políticos, mas são raros. É difícil você defender um partido ou outro, porque, a meu ver, está tudo no mesmo saco.

Velho Chico, recém finalizada, trouxe à tona a velha (?) política dos coronéis, a exploração do sertanejo, a luta de classes, a disputa de poder, casamentos arranjados, brigas de família...Que lições e reflexões considera que a novela deixou? Eu acho que Velho Chico foi um marco na televisão brasileira. Acho que foi uma novela tipicamente brasileira, uma obra brasileira, que a população falava. Dos ribeirinhos, mas também dos coronéis, dos mandos e desmandos destes coronéis do sertão. A gente falava sobre sintropia, a gente falava sobre questões que nós da cidade grande estamos pouco habituados a lidar, né? Então foi uma novela que fez um grande serviço e deu um novo olhar. Você poder ligar a televisão e ver um outro tipo de novela, outra imagem, com personagens diferentes. Eu sou muito grato de ter feito essa novela e muito feliz de ter participado. Muito grato mesmo, principalmente a quem me chamou, a Edimara Barbosa, - autora e ao Luiz Fernando Carvalho, junto com o Bruno, que escreveu e o Benedito. Eu acho que é uma novela que entrou pra ficar.

Mas além de questões sociais, Velho Chico também trouxe a tônica do amor maior que tudo, o respeito pela terra, pela natureza, isso sem falar da belíssima fotografia. Qual o seu conceito de amor? O amor é o respeito, amor ao próximo, amor à terra, amor aos animais. Meu conceito de amor é que estamos num todo. A gente está ligado à terra. Esse amor pela terra, por exemplo é fundamental. E hoje em dia eu tento comer menos animal e comer mais coisas ligadas à terra. Eu vi, na novela, que pode ter uma terra que não seja mais cuidada, que não tenha mais como plantar e tem gente que consegue transformar aquela terra em uma boa plantação, mesmo aquela terra não sendo adequada. Então a novela mostrou certas coisas que a gente não sabia.

Acha que seu personagem teve o destino merecido? Acho que sim, né? Ele foi tragado pelo sertão. O sertão engoliu o personagem. Incrível aquela cena. O personagem teve o final que merecia, aquele vilão caústico, vestido de preto, aquela áurea de corvo, um Darth Vader do sertão. Eu gostei muito.

Ser ator é viver várias vidas. O que tira de melhor dessas possibilidades? Exatamente, viver várias vidas, né? Ser pessoas diferentes, poder viver personagens diferentes, hoje vou ser isso, amanhã serei aquilo, isso é um barato na vida do ator. É o que nos move. Essa inquietude da gente poder acordar e ser outra pessoa. Mas eu também não sou um ator que levo o personagem pra casa não. Às vezes eu fico um pouco impregnado, mas tento separar bem as duas coisas, o que é a profissão e o que é a vida pessoal. Desligar aquela chave e tirar a roupa do personagem. Eu amo o que eu faço. Estou completamente devoto à minha profissão. Eu sou um cara totalmente dedicado, estudioso. Eu levo a minha profissão bastante a sério, também com muito humor e muita brincadeira, mas levo no sentido a sério de...É uma profissão que leva emoção as pessoas, então eu tenho que fazer o meu máximo pra levar emoção para as pessoas que estão me vendo no palco ou em casa.



Fotos Edu Rodrigues
Produção Executiva e Direção Criativa Márcia Dornelles
Stylist Marlon Portugal
Beleza Dani Kobert 

MARCELO VESTE: Look 1 - Bermuda Wollner, camisa Forum, tênis Reserva; Look 2 - Malha Redley, camisa Ellus, blazer Zara, calça Wollner, polo Reserva, pull Reserva, costume Calvin Klein, calça Calvin Klein, tênis Reserva.

CINEMA: Match - Um curta-metragem que expõe as relações em tempo de redes sociais

Um curta que deu muito o que falar em 2016 em alguns festivais foi Match, de Diana Chao, que tem como protagonista o ator Domingos Antonio (nossa capa em 2013), e fala das relações em época de redes sociais. A MENSCH conversou com eles para entrar no clima de Match e entender um pouco mais das relações em tempo de redes sociais.  

Quando e como surgiu a ideia para o curta Match? Domingos Antonio - Passei boa parte do ano passado em Los Angeles e durante a minha estadia pude vivenciar, in loco, a experiência de se morar numa cidade impulsionada por uma indústria, por definição, extremamente egocêntrica. É perceptível que os losangelenos possuem algumas bolhas particulares. Suas casas e mais proeminentemente seus carros, imprescindíveis numa cidade gigantesca como Los Angeles. Essas bolhas são uma infeliz realidade de qualquer grande metrópole, porém por lá a solidão que essas bolhas suscitam é curiosamente maquiada pelo céu sempre azul e por sorrisos perfeitos (e vazios).

Por onde quer que se ande o resultado palpável disso é uma enorme dificuldade de se construir conexões humanas autenticas e significativas o que em mim criou uma frustração angustiante à medida que precisei recorrer a aplicativos de relacionamento como o Tinder com muito mais frequência a fim de conhecer novas pessoas e paquerar, entretanto em uma cidade em que a desconexão humana é uma norma a distância entre pessoas fica ainda mais acentuada quando existe uma tela de celular entre elas. Foi dessas frustrações e percepções de quão desconectado eu estava com minha própria humanidade e com as pessoas ao meu redor que surgiu Match. 

As relações mais frias e digitais são uma rica fonte de inspiração para histórias hoje em dia? Domingos Antonio - Sinto que vivemos na era do sou visto logo existo e uma premissa como essa é certamente extremamente rica para um mergulho na alma humana. Nossos egocentrismo e narcisismo são imutáveis, fazem parte de nós desde sempre, porém eles se adaptam às novas ferramentas e adquirem novas formas. Séries como Mr. Robot e a espetacular Black Mirror são cirúrgicas ao capturar o inconsciente coletivo da nossa geração e por isso são, até certo ponto, apavorantes. Nós, contadores de histórias, erguemos o espelho no qual a humanidade é refletida e o que vemos no espelho nesse momento é essa fria distancia que nos separa.


Diana Chao - As relações digitais acabaram se tornando parte do storytelling contemporâneo. As pessoas dependem muito de aplicativos como Whatsapp e Facebook Messenger nas suas vidas corriqueiras assim como para conhecer pessoas através aplicativos de relacionamento como Tinder e OkCupid também mas todos esses aplicativos não deixam de ser apenas meios de comunicação e não a história em si. As histórias que vemos hoje em dia são apenas um reflexo da forma como as pessoas usam e interagem com a tecnologia porém no núcleo de qualquer temática sempre estará a condição humana.

O curta está rodando o mundo e recentemente participou do Los Angeles Brazilian Film Festival e do Port Shorts International Film Festival em Port Douglas (Australia). Como é para vocês ver essa trajetória do trabalho? Domingos Antonio - Estamos todos encantados com a maneira que o filme vem sendo recebido nos festivais em que participou até agora. Match foi completamente finalizado há pouco mais de quatro meses atrás e enviado para a consideração de, relativamente, poucos festivais até agora porém já conseguimos fazer parte da seleção oficial de dois excelentes festivais. Esses são bons indicadores de que a carreira internacional e nacional do curta em 2017 pode ser promissora.

Diana Chao - É muito bom estarmos fazendo parte desses bons festivais e é muito bom ver que o filme está girando o mundo todo.  

Qual a maior dificuldade de se produzir um curta? E como o público recebe isso? Diana Chao - A maior dificuldade é fazer o filme dentro de um tempo e orçamento limitados mas o público não precisa saber dessas dificuldades para poder apreciar a obra. O filme apenas precisa ser forte o suficiente para valer a pena ser assistido. Todas essas dificuldades é algo que nós cineastas mantemos somente para nós mesmos ou preferencialmente algo que o público venha a descobrir somente depois da exibição. Quando o público assiste e aprecia o filme de certa forma ele aprecia também as dificuldades em sua feitura. Não existe isso de cinema fácil.  Cinema sempre envolverá dificuldades. Filmes bons ou ruins custam tempo, dinheiro e muito esforço. No final das contas o produto na tela é que deve ser aquilo a passar pelo critério do público.



No final de Match ficou um gostinho de quero mais. Podemos esperar uma sequência? Ou outros seguindo essa linha das relações na era digital? Domingos Antonio - A intenção era de fato suscitar essa curiosidade em quem assiste o curta. A maioria dos feedbacks que estamos recebendo das pessoas que já assistiram Match sempre aponta na direção de que a história pós curta dos personagens precisa continuar. Eu, particularmente, tenho inúmeras ideias para desenvolver essa temática de Match num roteiro de longa-metragem. Amigos roteiristas e cineastas tanto aqui no Brasil como nos Estados Unidos que já assistiram o curta vem sempre jogando novas ideias para o roteiro de um eventual longa, entretanto, no momento, eu ainda prefiro esperar para saber como será a recepção em outros festivais. De qualquer forma essa é uma temática a qual conheço bastante que me fascina e me deixa com medo o que é perfeito para a criação de uma nova história.

Assista o trailer:

quinta-feira, 29 de dezembro de 2016

MUSAS: Barbara França & Aline Dias, as musas de todos os verões

Elas são lindas, talentosas e estão estreando em uma novela da Globo com o pé direito. As atrizes Barbara França, loira de 23 anos, e Aline Dias, uma bela morena de 25 anos, são rivais na telinha estão fazendo a galera pirar quando aparecem em “Malhação – Pro Dia Nascer Feliz”. Não é à toa que depois do sucesso que foi a capa delas na web em novembro passado nós convidamos as duas para um novo ensaio para celebrar os 6 anos da MENSCH. Um baita presentão aos leitores e fãs das meninas que estão dando o que falar dentro e fora da telinha.


Para conquistar Barbara basta… Para me conquistar basta ter senso de humor, ser meu parceiro, ser família, eu sou uma pessoa muito família e quando me relaciono gosto de estar com a família da pessoa e ela com a minha. Sinceridade, companheirismo. É isso.


Para conquistar Aline basta… Basta ser verdadeiro, autêntico, pra cima, alegre, feliz, divertido e amigo. Isso pra tudo, amigos, família, qualquer relacionamento, basta isso.


Fotos Sergio Baia
Direção criativa e Stylist Márcia Dornelles
Beleza Gabriel Ramos

ALINE DIAS - Maiô estampado Lyberthras, colar amarelo Rincawesky, pulseiras Mires Brandão, 
anéis acervo; Look individual: Biquini Rosa Lyberthras, bracelete Metally, colar Rincawesky, brinco Rincawesky, anel dourado Herrera, anel de pedra grande Mires Brandão.

BARBARA FRANÇA - Biquini estampado, Lyberthras, brinco, de argola Metally, pulseiras Mires Brandão, anéis acervo; Look individual: Conjunto estampado Sol e Energia, brincos Divinissima, anéis Fane´s e Zarpellon.

quarta-feira, 28 de dezembro de 2016

PALATO: Os inúmeros adjetivos do Tuju

Com pesquisa de ingredientes nacionais e utilização de uma filosofia totalmente voltada para o uso de insumos simples e nada ortodoxos para as casas mais disputadas, o restaurante paulista Tuju conquista um público de paladar afinado. A mágica se deve, principalmente, ao emprego de técnicas apuradas na cozinha, valorizando cada característica dos sabores explorados, e a relação simbiótica dos fornecedores com a linha do restaurante. 

Assim, já em 2014, logo após sua inauguração, o lugar começou a colecionar prêmios diversos e se tornou o queridinho dos formadores de opinião. Também, pudera, no ‘estatuto’ do chef e proprietário Ivan Ralston está a utilização de cortes pouco valorizados, provenientes de gados criados soltos, peixes que não estimulem a pesca predatória, subprodutos, além do uso extenso de PANCs, as plantas alimentícias não-convencionais, e de ingredientes de sua própria horta. Nela estão nada menos que 350 espécies comestíveis, tradicionais e pouco conhecidas, onde 100% das folhas consumidas são dali. Resumindo, por meio de seus pratos o Tuju conta um pouco da história da cadeia produtiva, mas tudo alinhado com uma gastronomia impecavelmente pensada.





Também faz parte da filosofia da casa priorizar os ingredientes da estação, quando estão no auge do sabor e com preços melhores, o que é refletido no menu de cinco etapas (R$ 120) composto de produtos que o próprio cozinheiro garimpa nas feiras. Isso porque é inteiramente renovado a cada 15 dias, o que demanda esforço contínuo de criatividade, autocrítica, trabalho em equipe e pesquisa. O cardápio inclui ainda um menu de 15 tempos, cujos pratos podem também ser pedidos à la carte, e um outro de três tempos (R$ 75). Todos eles são acompanhados por uma cesta de pães de fermentação natural feitos na casa, mais azeite brasileiro Borriello e manteiga. 


Paulista e nascido no ano de 1985, o proprietário do Tuju, Ivan Ralston, aos 20 anos decidiu ser cozinheiro. Na sua trajetória, trabalhou dois anos no conceituado Maní e mudou-se para a Espanha, onde passou pelos estrelados El Celler de Can Rocca e Mugaritz. No Japão, estagiou no restaurante RyuGin, em Tóquio. Antes mesmo de voltar ao Brasil, em 2014, abriu seu primeiro restaurante, o Tuju. De lá para cá, vem aplicando e reforçando suas filosofias na casa e é sobre isso que responde nessa entrevista.  

Como foi receber um reconhecimento de alto padrão como as cobiçadas estrelas Michelin? Ivan Ralston - O Tuju tinha oito meses quando recebemos a primeira estrela. Ao contrário do que muitos imaginam, isso não nos colocou numa zona de conforto. Por mais que tenhamos ficado felizes, isso nos forçou a um ritmo intenso de definição da nossa identidade e de aprimoramento do nosso trabalho, culminando no que hoje representa a casa no cenário gastronômico. 

Se as estrelas Michelin impulsionaram a definição da identidade do Tuju, para você qual a filosofia da casa? Buscamos estimular experiências gastronômicas completas. Mas, para alcançar esse objetivo, chegamos à conclusão de que o ideal seria oferecer um menu em etapas que custasse um valor relativamente acessível. O resultado foi um cardápio de cinco tempos criativo e de renovação constante. Hoje, posso dizer que a vedete da casa, responsável por 90% das vendas. Se atingimos o público, é essa. Sem dúvida, a expressão máxima da filosofia da casa.

Com relação aos insumos desses pratos, você diria que os ingredientes nobres são os mais importantes? Não se pode ignorar que hoje o mundo joga fora 30% do que produz. E cada profissional envolvido com o preparo de alimentos tem que estar ciente da relevância dessa informação. Assim, eu jamais desprezaria os subprodutos. Aqui, reaproveitamos coisas que iriam para o lixo, de pele de galinha e de bacalhau a legumes feios. Isso não é vexame e nem mérito, é obrigação.

Os restaurantes brasileiros valorizam demais os cortes nobres, isso acontece no Tuju? Não. Aqui não trabalhamos com cortes chamados 'de primeira’, como filé mignon. Existem aqueles que são pouco valorizados, mas muito mais saborosos. Requer técnica suficiente para trabalhar os mais 'difíceis'. Tem uma frase em que acredito muito: ‘Não existe corte de segunda, e sim boi de quinta'. Prefiro os criados soltos. Os peixes também, prefiro os menos conhecidos e que não estimulem a pesca predatória.  

Para finalizar, cite um de seus pratos preferidos e sua importância. Teresinha é o nome da minha sobremesa mais afetiva e que também ajudou a definir a linha criativa do restaurante, que é baseada em produtos locais. Quando saímos da capital de São Paulo vemos muita monocultura de laranja e cana-de-açúcar e minha avó, que dá nome ao prato, tinha plantação das duas. Terezinha leva laranja no bolo e no sorbet e cana no mousse e na raspadinha de cachaça.





T U J U
Endereço: Rua Fradique Coutinho, 1.248, Vila Madalena - Fone: (11) 2691.5548 
Funcionamento: terça a sexta, das 12h/15h sábado, domingo e feriado, das 13h/16h terça a quinta, das 19h30/23h sexta e sábado, das 19h30/0h
tuju.com.br | tuju@tuju.com.br 

terça-feira, 27 de dezembro de 2016

GADGETS: Fitness high tech - 5 novos equipamentos que vão auxiliar nos exercícios físicos em casa, na academia ou na rua

Fizemos uma seleção de novos “brinquedos” tecnológicos que vão auxiliar você na hora de se exercitar, seja na academia ou na rua. Eles trazem mais precisão e novas possibilidades de se exercitar de forma até mais prazerosa.




segunda-feira, 26 de dezembro de 2016

LIFESTYLE: Comporta, em Portugal: uma descoberta sublime!

Numa pequena península, a menos de uma hora e meia de Lisboa, encontramos um encantador secret place, com uma paisagem paradisíaca e praias quilométricas com areias douradas num imenso mar azul. Trata-se de uma grande reserva natural com arrozais extensos e um pequeno e charmoso vilarejo de pescadores que seduz os visitantes com sua arquitetura típica e colorida. Este paraíso escondido, está localizado bem ao sul da grande capital portuguesa, no começo norte da costa alentejana e longe do circuito turístico. Este secret place, que já caiu no gosto de algumas celebridades internacionais, chama-se Comporta. Fica numa região encantadora, de pura natureza e ainda muito pouco explorada. 

O charmoso vilarejo de Comporta exibe uma beleza pitoresca da região. Uma pracinha com uma antiga e minúscula igreja e casas coloridas fazem parte de um verdadeiro cartão postal, que atrai diariamente visitantes para admirarem este lugar simples e tão especial. Num estiloso terraço de uma antiga padaria transformada em bar, os visitantes se reúnem em clima bastante descontraído, na companhia de um bom vinho da região, para apreciar um pôr do sol magnífico.



A pequena cidade oferece, ainda, lindas lojinhas recheadas de roupas e objetos únicos, que refletem o espírito sofisticado e despretensioso do sul da Europa. A Casa da Cultura, localizada próxima da pracinha, apresenta interessantes exposições, artesanatos e vinhos locais. Outro lugar interessante do vilarejo é o famoso Museu do Arroz. Uma dica para a hora do jantar é o restaurante Cavalariça, que oferece uma gastronomia contemporânea, com peixes frescos da região e deliciosas sobremesas. O restaurante foi construído num antigo celeiro e sua decoração é bem diferenciada e de muito bom gosto.

SUBLIME HOSPEDAGEM

Comporta esconde lugares mágicos por todos os cantos, além de suas lindas praias, sendo muitas delas ainda desertas, há também um cenário idílico a ser descoberto. É em um ambiente de paisagem rural, rodeado de pinheiros e lagoas secretas, que se encontra o charmosíssimo Hotel Sublime. Eleito o melhor hotel da região e, na categoria de “novos hotéis”, um dos melhores do planeta, o Sublime faz jus ao seu nome. Ele oferece tudo o que é autêntico e genuíno em Portugal e tem uma linda história que o torna ainda mais especial. 

O casal de portugueses Patrícia Trigo e Gonçalo Pessoa passaram muitos anos namorando e curtindo as belezas naturais de Comporta, até que resolveram se casar, tiveram filhos e decidiram se mudar para esta região paradisíaca. Construíram uma linda casa, onde recebiam amigos, depois passaram a receber alguns hóspedes e a procura começou a aumentar. Sendo assim, o casal resolveu então investir num sonho antigo, a realização do Hotel Sublime. A transformação começou a ser feita com um investimento na qualidade do produto, cujo objetivo sempre foi destacar a oferta regional e as belezas naturais de caráter extraordinário e, acima de tudo, um serviço personalizado ao cliente. 

Os arquitetos Cancio Martins e José Alberto Charrua foram os responsáveis pelo projeto do novo e estonteante restaurante Celeiro. São 190 m2 que se prolongam pelo deck, rodeado de oliveiras centenárias com vista para a piscina do hotel. A cozinha, comandada pelo chef Bruno Caseiro, inspira-se nas receitas tradicionais portuguesas, com enfoque na região. Bruno utiliza produtos regionais, trabalhando com pescadores e adegas locais, dando prioridade aos produtos frescos e, sempre que possível, orgânicos.



O Sublime possui hoje 12 villas (casas) luxuosas com piscinas particulares e 14 suítes espaçosas, com terraços privativos, num ambiente natural e de beleza arquitetônica. Patricia  e Gonçalo escolheram cuidadosamente os detalhes de todos os ambientes, resultando numa decoração elegante, contemporânea e em perfeita harmonia com a  paisagem natural e o simples estilo de vida local. A piscina exterior é um lugar ideal para um mergulho refrescante ao final do dia. Ao anoitecer, a linda lareira é o lugar ideal para compartilhar histórias, apreciando os melhores vinhos de Portugal ou experimentando os deliciosos coquetéis elaborados pelo famoso barman do hotel, Gonçalo Pinhal. 

Outro lugar de destaque do hotel é seu surpreendente Spa, que convida o hóspede a um profundo relaxamento, por ter uma linda vista sobre os pinheiros mansos da propriedade, a qual transmite muita tranquilidade ao ambiente. O espaço possui ainda salas de tratamento, sauna, banho turco e uma piscina interior aquecida. Além disso, terapeutas oferecem uma ampla variedade de tratamentos personalizados e todos com produtos 100% biológicos da famosa "The Organic Pharmacy", uma das mais conceituadas marcas encontradas nos melhores Spas de luxo do mundo. Ao lado da recepção do hotel, foi criado um espaçoso clube infantil, que funciona nos meses do verão europeu, onde as crianças podem se divertir com diversas atividades indoor e outdoor na mais alta segurança. 

Também para os adultos são oferecidas atividades diversas, com opções para todo tipo de perfil. Entre elas destacamos aqui os passeios a cavalo pelas dunas, arrozais e praias de Comporta, a degustação de vinhos em uma região internacionalmente bem conceituada, o luxuoso piquenique em praia deserta ou ainda o passeio de barco para ver a única comunidade de golfinhos existente em Portugal. Sem dúvida, são atividades em forma de experiências únicas. 

O Hotel Sublime foi inaugurado com uma linda festa no início de julho deste ano. Patrícia e Gonçalo receberam amigos e convidados ilustres para celebrarem o sucesso desta linda história de suas vidas, este hotel que nasceu de um conto de fadas numa região encantadora. Localizado a 16 km ao sul do vilarejo de Comporta. E, ao seu redor, existem diversas praias a serem exploradas. A mais famosa é a praia do Pego que fica somente a 5 km de distância e é a mais badalada da região. Na praia, existe um serviço de barracas e cadeiras para alugar e um badaladíssimo restaurante, o Sal, que tem uma vista formidável para o imenso mar turquesa.

A região de Comporta guarda seu espírito eco-chique num luxo bem low profile e nos últimos tempos recebeu algumas celebridades que escolheram esta região para um descanso longe dos holofotes. Já foi o caso do estilista Christian Louboutin, da cantora francesa Carla Bruni e, bem recentemente, do ator Harison Ford. Este pequeno paraíso permanece ainda um destino pouco conhecido, com uma natureza surpreendente e uma enorme paz. Uma descoberta simplesmente SUBLIME!   


SUBLIME COMPORTA - COUNTRY HOUSE RETREAT
EN 261-1, Muda, CCI 3954, 7570-337
Fone: +351 269449376
e-mail: info@sublimecomporta.pt
www.sublimecomporta.pt

sexta-feira, 23 de dezembro de 2016

ESTRELA: Deborah Secco, nossa mulher do ano

Deborah Secco há muito tempo é um dos nossos maiores sonhos, seja nas novelas, cinema ou em qualquer capa de revista em que ela apareça, sempre é um deleite para os sentidos. Não é à toa que aqui na MENSCH ela está irresistível em um belo ensaio feito no Brisa Barra Hotel, no Rio de Janeiro. 

No universo da arte e da linguagem, em alguns momentos, só a poesia é capaz de expressar, delinear e pontuar um olhar sobre algo, alguma coisa ou alguém. Deborah Secco é a poesia completa dos extremos, dos paradoxos. Pontos de características unidos pelas diversas formas de sorrir, falar e expressar. Momentos que não se anulam, mas que se complementam e que unem menina e mulher, doçura e sensualidade, resignação e muito talento. 



Deborah começou a trabalhar aos oito anos e não se arrepende. “Começar essa jornada cedo só acrescentou e me ensinou a lutar pelo que eu queria. Atuar sempre foi uma vontade minha. Na época, eu tinha que fazer muito esforço pra minha mãe deixar. Acredito muito no desejo de uma criança, pois se é um sonho tem que embarcar junto e não tolher. Hoje em dia, agradeço muito a ela (minha mãe), por ter acreditado em mim e, hoje, eu poder estar aqui”, conta. 

Desde então, a atriz coleciona mais de 60 papéis dos quais se orgulha muito. Sua carreira iniciou com peças publicitárias, depois seguiu para o teatro com a peça “Brincando de Era uma Vez”, seguindo com o espetáculo “Sapatinhos Vermelho” na qual ganhou o Prêmio Coca-Cola, depois atuou em “Soldadinho de Chumbo”, “A Roupa do Imperador” e outras peças para adolescentes. Na TV, começou a trabalhar na Globo em 1989 na novela “Mico Preto”. Seguiu – por alguns anos - para a TV Cultura onde fez “Confissões de Adolescente”. Anos mais tarde, voltou para a Globo e fez a novela “A Próxima Vítima”. Mas, alguns papéis fizeram a diferença. “Tive e tenho uma carreira muito equilibrada. Fui crescendo aos poucos e cada personagem tinha personalidades tão distintas. “Confissões” foi no começo da minha carreira e foi minha escola, onde aprendi tudo. Depois, posso falar da Iris, de “Laços de Família”, foi um dos melhores papéis que fiz, foi um super presente porque ela, no início, não tinha essa força de vilã e, aos poucos, assumiu esse papel. A personagem ganhou espaço de má e isso, pra mim, foi muito enriquecedor. Foi um dos meus primeiros trabalhos e, de cara, me transformar numa vilã odiada, foi muito especial. Na verdade, acho que foi minha única mesmo, depois fiz algumas outras, mas sempre levando para o lado da comédia, nunca fiz outra como ela. Darlene de “Celebridades” foi muito importante pra mim, a Sol de “América” foi muito marcante também.”, explica.



No cinema, Deborah destaca a personagem Judith do filme “Boa Sorte” e a “Bruna Surfistinha” (filme que leva o mesmo nome), películas nas quais também foi co-produtora. “Pra você estar na frente das câmeras, é preciso ter muita noção do que é estar por trás. Ao estar por trás, seu trabalho tem que refletir bem na frente. A labuta do artista é generosa a tem que contar com parcerias. A gente tem que se ajudar. Eu nunca vou fazer um trabalho sem uma equipe. Jamais vou conseguir fazer um bom filme sem um bom time. Até os filmes que eu não produzi, eu me envolvi. Mas esses personagens (Bruna e Judith) como foram especiais, eu precisei de grande dedicação para compor. Acabou que de tanto me envolver, findou em co-produzir. Foram muito importantes para mim. Enterrei minha vida para fazê-los.”

Para Deborah, cada personagem vem junto com uma escola de aprendizado. Para encarnar a polêmica Bruna Surfistinha, a atriz passou por um intenso laboratório. “Conheci in loco as casas de prostituição em São Paulo. Primeiro, foram as de nível mais baixo, depois fui conhecer as de nível mais elevado, mergulhei de verdade aquele universo. Pra mim, é fundamental, sentir o cheiro real, enxergar aquele mundo com aquele olhar, com aqueles olhos. Isso é o que dá um entendimento ao que você sente e ao que você vai interpretar. Assim, o ator consegue conduzir o expectador ao mais próximo do que é real. Lembro demais daquele cheiro, daquelas cores, foi incrível. Foi uma das melhores coisas que aconteceu na minha vida. Diante de tudo isso, é inevitável tirar lições de vida dos personagens. A profissão de ator permite a possibilidade de viver mais de uma vida, mais de uma história e aprender com elas. Assim como tirar lições com acertos, alegrias e tristezas também. Eu acho que o ator acaba amadurecendo de uma forma mais ampla”, revela. 



Dona de um corpo escultural, faz da sua forma física um objeto de trabalho. “Se eu tiver precisando de algo que meu trabalho exigir, vou fundo, mas enquanto isso não é necessário, isso é algo secundário na minha vida. As pessoas se preocupam muito mais com isso do que eu. (risos)”. E quando questionada quanto ao rótulo de sex symbol, a atriz revela com muito bom humor, “Já odiei essa ideia, já fiquei lisonjeada. Hoje, falo que estou me despedindo dela. Graças a Deus consegui passar isso a meu favor e não ser usada por isso. Esse tratamento não conseguiu ser mais forte do que eu, do que minha personalidade. Foi algo a mais, e, confesso que eu não me acho nada demais como mulher. Mas, eu devo fazer bem por aí porque parece que eu convenço. Mas, na vida real, eu não tenho essa pretensão não, eu sei que isso está muito distante de ser verdade. Acho que foram muitos personagens que tinham essa nuance mais sensual e o público acabou acostumando com essa ideia, mas são só personagens.”, explica.


Segundo a atriz, ela está vivendo o momento mais feliz da sua vida. “É a fase em que eu consegui realizar e equilibrar tudo que eu sempre sonhei em ter e fazer. Vivi falando do que eu gostava e, para conseguir, eu me dedicava cada vez mais ao meu trabalho. Junto a isso, também expressava meu desejo de constituir a minha família. Hoje, principalmente depois que a Maria nasceu, eu consegui realizar esse sonho e me sinto plena, completa. Minha gravidez foi muito amada pelo público. Sempre fui muito transparente e acho que, com a felicidade, tem que ser assim mesmo”, finaliza.


Fotos Jorge Bispo
Produção executiva Márcia Dornelles
Stylist Ale Duprat  
Produção de moda Marcela Klimovicz
Beleza Everson Rocha
Tratamento de Imagem Octávio Duarte

Agradecimento especial
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