sexta-feira, 28 de abril de 2017

CAPA: A viagem musical de Thiago Martins até o sucesso na TV e palcos

Com uma bela história de superação e sucesso, o ator Thiago Martins sem querer terminou servindo de exemplo de perseverança e profissionalismo quando saiu do morro do Vidigal. Venceu algumas barreiras e graças ao apoio da família e seu talento, alcançou o sucesso. Seja cantando ou encarando novos desafios na TV e no cinema, Thiago a cada novo trabalho nos surpreende e mostra que tem muito o que revelar nessa sua trajetória. Em breve ele estará de volta a TV com um novo trabalho (a nova novela das 19h, na Globo), enquanto isso conversamos com Thiago para saber um pouco mais sobre esse talentoso ator.

Vamos para o comecinho de tudo, o “Nós do Morro”. Como se deu sua entrada no projeto? Comecei a fazer teatro com 6 anos de idade, por influência do meu irmão Carlos André. Ele já fazia aulas há algum tempo e eu sempre adorei assistir as peças dele. 

O que o projeto significa para a comunidade do Vidigal? E para você. O “Nós do Morro” é tudo pra mim. Me ensinou os princípios básicos de um cidadão, sem contar que me deu acesso à arte e à cultura. Uma referência de grupo não só pra mim, como para toda a favela do Vidigal.

O que o Vidigal te ensinou que você leva para sempre? Acho que aprendi a sempre respeitar os mais velhos e é claro que a responsabilidade chegou bem mais cedo pra mim do que para outro jovem qualquer. 

Sua origem já te trouxe algum tipo de preconceito? Se sofri, não tive tempo de ver ou sentir. Minha vida sempre foi uma correria, trabalho, estudo, família... Se sofri ou me fizeram sofrer, perderam seu tempo, pois o meu tempo é precioso. 




Cidade de Deus, Cidade dos Homens...Trabalhos que te lançaram no cinema e na TV... Do ponto de vista social e econômico, qual seria seu modelo ideal de cidade? Gosto da mistura, do calor humano, grades e câmeras de segurança não são bem vindos nesse meu mundo, mas entendo que hoje é preciso. Tento sempre fazer minha parte como ser humano, quero viver em um mundo onde não haja competição e que sejamos todos amigos. Sei que isso é impossível, mas eu vou tentando! 

Paralelo a carreira de ator vem também a de música. Como a música entrou na sua vida e como as duas artes contribuem para a sua formação profissional e construção pessoal? Amo minha arte! Comecei a cantar em coral de igreja, na "Primeira Igreja Batista do Vidigal", aos 9 anos. O Guti, presidente do Nós do Morro, é um pai pra mim, sempre aproveitou que eu também cantava e usava isso nas peças. Cantar e atuar sempre foram minhas paixões! O Brasil tem essa coisa de rotular as pessoas, não sou ator, não sou cantor, sou um artista brasileiro. 

Quem canta seus males espanta? (risos) E o que te encanta? O novo me encanta. O desafio me encanta, minha família, minha namorada, meus amigos, meu lugar... Gosto de me encantar por músicas novas, projetos novos. 

Falando em cantar, como foi a “cantada” para conquistar o coração da linda Paloma Bernardi? (risos) Não teve uma cantada, fizemos uma novela juntos e uma peça depois da novela, e nada tinha rolado, apenas amizade mesmo! Aprendi a amar primeiro a Paloma pessoa, mulher, profissional, mas desde o início eu sabia que ela seria minha! Com o fim da peça, já éramos muito amigos e a saudade falou mais alto. Daí estamos juntos até hoje! 3 anos e 10 meses. Sorte a minha.

Não existe receita de bolo, tão pouco segredo para fazer um relacionamento ser duradouro e feliz, mas o que faz o seu com a Paloma seguir? Nossa parceira, cumplicidade, paciência e, claro, que nosso respeito e amor. 

Seu último trabalho trabalho na TV, "Babilônia", te colocou em cena com Glória Pires, considerada umas das melhores atrizes da TV. Um presente? Um desafio? Como foi essa experiência? Um presente, um desafio e uma honra! Tenho Glorinha como uma grande amiga e tivemos essa parceria em cena. Uma excelente atriz, uma grande mulher e uma linda mãe! Acho que Glorinha não precisa provar mais nada pra ninguém, mas o seu amor pelo que faz me encanta e sempre me fará sentir isso pela minha arte também! Ela é um exemplo a ser seguido e uma grande parceira de cena. Obrigado, Glorinha! 

Ainda sobre Babilônia, como você lidou como o preconceito que a novela viveu por explorar temas ainda polêmicos como o amor entre pessoas do mesmo sexo e preconceito social? Eu, particularmente, acho que o Brasil não está preparado para certos tipos de assunto, ou finge que não está, mas acho que realmente precisamos mostrar isso com mais calma, com jeito. Acho que foi um choque, mas não estamos falando do desconhecido, estamos falando do que vemos no nosso dia a dia. Temos que aceitar as diferenças. 

Como cuida do corpo e do espírito? Procuro comer bem nos dias da semana, treino, jogo meu futebol, pego onda de Bodyboard, estou sempre estou ouvindo música... Acho que isso me ajuda muito! 

Como lida com o espelho? Algum cuidado especial ou mania em relação a aparência? Não sou vaidoso ao extremo. Acho que como qualquer homem, gosto de estar bem comigo mesmo. Perfume, banho, coisas básicas.

Uma curiosidade... O que mais te encanta no filme Aladim que você tanto gosta? (risos) A relação dele com Jasmim, sua amizade com Abu (o seu macaco), lealdade e parceria, o novo (gênio) e, claro, ele é um mendigo e vira um príncipe! Acho que me encanto com isso também. (risos)


Fotos Newman Homrich
Texto Nadezhda Bezerra
Agradecimentos: 
Redley - Shopping Recife (roupas)
Pousada Zé Maria (locação)

quarta-feira, 26 de abril de 2017

CARRO: Tesla T1, um novo conceito de carro elétrico que está aí para as curvas… do Le Mans

Como seriam os carros do futuro nas corridas de Le Mans? Já imaginou? Um grupo de estudantes da IED (Barcelona) imaginaram e criaram um carro conceito como parte de um projeto sobre como poderia ser o futuro do Le Mans. O Testa T1 é baseado no conceito da turbina de vento Gorlov, onde os criadores incorporaram turbinas individuais em cada uma das quatro rodas, que direcionam o ar para uma quinta e última turbina na parte de trás do carro.

O Tesla T1 se tornou um novo concorrente elétrico pensado para a corrida Le Mans de 2030. O modelo, apenas um conceito ainda, explora as tecnologias do futuro com um design preparado para tirar o maior partido do vento para ganhar velocidade e energia.






Além de permitirem que a máquina funcione através de energia renovável, as turbinas incrementam a energia e a aceleração do veículo. Cada uma das turbinas é impressa em 3D a partir de aerogel e descansa entre pneus de alta qualidade em magnésio e grafeno.

O modelo-conceito do T1 incorpora baterias para ligar o carro enquanto a energia eólica não entra em ação e o automóvel inclui também um módulo de motor para permitir tração. Um “sistema de eixos dinâmico” permite que este T1 rode a partir do centro de ambos os eixos, facilitando as curvas em velocidades acima das dos concorrentes. 

Veja vídeo:

terça-feira, 25 de abril de 2017

ESTILO: Botas e coturno para um inverno com muito estilo

O clima vai esfriando, clima chuvoso e mais friozinho do que nos meses anteriores, as botas são muito bem vindas. Dá pra usar esse tipo de calçado com muito mais frequência, com muito mais prazer e pra encher os nossos pés de charme, mas já já acaba, então vamos aproveitar. O coringa desta estação são as botas com aparência de usada. Representando a simplicidade com muito charme, os coturnos apareceram com cadarço, ou sem, mas sempre com uma identidade meio rebelde, despojada, em couro cru, com layouts mais artesanais e rústicos.


Para 2017, grandes marcas, apostaram nas botas médias como tons neutros em cinza, grafite e caramelo para um homem mais tradicional. Ótimas para o nosso clima e para qualquer hora. Já os mais ousados, podem encarar as galochas, que chegam num visual plastificado com solas amplas de cores diferentes e bicos arredondados, presentes nas coleções da Dolce & Gabbana e Burberry Prorsum. Para os mais jovens e alternativos, reaparecem os tênis de cano alto, que desde o verão já estão dando o ar da graça. Chegam às prateleiras com toda força e em uma diversidade enorme de modelos, cores, estampas, pra quem tem um estilo mais leve e esportivo. Assim como as botas no estilo "desert boot" com solado baixinho e ideal para usar com a barra da calça jeans dobrada. Os bicolores e mais enxutinhos são os meus favoritos. O que nos resta agora é esperar os próximos eventos locais, e checar o que as marcas brasileiras vão criar, ou recriar para os pés do homem brasileiro.




Por enquanto, como vocês podem conferir, as opções são bem variadas. Para garantir o pé quentinho, sequinho e o estilo pra lá de charmoso, tem botas, botões e botinas para todo tipo de homem e para qualquer lugar. Vai encarar?

segunda-feira, 24 de abril de 2017

FITNESS: Fuja do overtraining e treine na medida certa‏

Overtraining ou super-treinamento é uma síndrome que acomete pessoas que praticam esportes ou treinamentos com altos níveis de exigência para obtenção um determinado objetivo e ocorre quando o organismo é submetido a uma sobrecarga exagerada sem que haja um descanso adequado. Geralmente, se dá por um conjunto de múltiplos fatores de estresse (emocionais, comportamentais e/ou ligados à condição física), aliados há um desequilíbrio entre a carga de treinamento e a falta de recuperação.

Tantos atletas profissionais como amadores, independente do nível de treinamento, estão sujeitos a desenvolver essa síndrome, principalmente quando atingem uma estagnação no avanço dos resultados, conhecida como platô. Em resposta a esse platô, o atleta profissional ou amador, vitima da desinformação ou da falta de um planejamento adequado, treina cada vez mais e mais.

Estudos realizados constataram que 50% dos jogadores semi-profissionais, 65% dos corredores de longa distância e 21% dos nadadores entraram em estado de super-treinamento em algum momento de sua carreira (Gastmanm e Lehmanm, 1998), tornando-o o número um em lesões de esportes sem contato (corrida, natação, musculação, por exemplo).


Caso você se enquadre em alguns dos sintomas acima, procure o profissional de educação física que lhe assiste e converse a respeito. Um profissional qualificado adequará as sessões de treino de acordo com a sua realidade, alimentação, demais atividades e objetivos. O melhor tratamento do overtraining é o repouso e pode variar entre 1 e 8 semanas,  dependendo de cada caso. Além do repouso outras medidas podem ser tomadas. São elas:

- Redução das cargas de treino;


- Pausar a atividade atual e procurar uma atividade que lhe proporcione mais prazer;

- Promover uma recuperação passiva e ativa, que consiste em pequenos jogos, corridas leves, treinos regenerativos;

- Avaliação individual meticulosa dos fatores de estresses psíquicos e sociais, aliado a informações detalhadas sobre treinamento, competição e alimentação.

É comprovado que treinos intensos são melhores em diversos aspectos, mas estes devem ter uma supervisão adequada. Não copie treinos de outras pessoas ou atletas, nem siga o treino da moda a revelia! A individualidade, os limites de intensidade/volume do treino e repouso devem ser respeitados para obtenção do sucesso. Lembre-se que treinar mais não significa melhores resultados! Prime por um treino com qualidade!
*Tony Aguiar faz parte da equipe de profissionais de educação física do site www.maisatividadefisica.com.br

sexta-feira, 21 de abril de 2017

CAPA: Juliano Laham, depois da estreia em “malhação” mostra que veio pra ficar

O ator Juliano Laham, atualmente finalizando sua participação em “Malhação”, começou sua carreira de forma inusitada ao participar do BBB16 ano passado interpretando um falso libanês. Na verdade o que pouca gente sabia é que Juliano é filho de libaneses e era um ator colocado no reality. A repercussão foi grande e Juliano acabou recebendo o convite para Malhação e mostrou que isso foi só o começo. Como ele mesmo se auto definiu, um “papel em branco” para ser escrito por novos personagens. Conheça um pouco mais desse jovem ator que promete ir além das fronteiras do Líbano ou Brasil.

Da participação surpresa no BBB16 para sua estreia em “Malhação”. Como foi para você essa mudança de vida e exposição? O BBB 16 foi uma grande porta de entrada. Sou muito grato ao programa por me dar a oportunidade de mostrar o meu trabalho. Após essa participação eu tive uma repercussão e uma exposição mediata. Confesso que no início fiquei surpreso, porque era tudo muito novo pra mim, mas compreendi que era resultado de um bom trabalho. Em seguida recebi o convite para fazer o teste da “Malhação”, e fiz vários até receber a notícia pelo próprio diretor Adriano Mello que eu faria parte desse novo time interpretando o Rômulo. O ano de 2016 foi um marco para mim, pois consegui realizar o meu sonho. Foi uma mudança repentina, com muitas oportunidades e, inclusive, através da própria exposição que o meu trabalho gera. Mas eu mantive o pé no chão e entendo que tudo é um começo. Sei que ainda tenho muito o que aprender. 

Você surgiu como um “falso libanês” no reality, mas na verdade você é filho de libaneses. Que influências você traz dessa cultura na sua criação? Exato, os meus pais nasceram e foram criados no Líbano. Hoje morando um pouco mais de três anos longe deles, eu carrego comigo a criação e o valores que me deram de respeito ao próximo. Para matar a saudade da gastronomia libanesa eu cozinho bons pratos árabes (risos). Toda vez que vou a São Paulo nós buscamos nos reunir para fazermos uma refeição em família escutando músicas árabes. Eu tenho muitos amigos que me perguntam sobre como é o Líbano: “Tem guerra? Tem homem bomba? É um país machista? O homem tem quatro mulheres?” etc. E o grande barato de você ter admiração e orgulho pelo país de onde seus pais vieram, é você explicar a história desse lugar e mostrar que nem tudo que vemos nos noticiários é o que realmente é. 



Você é paulista, atualmente mora no Rio de Janeiro mas já morou no Líbano, Londres e Qatar. O que ficou dessas experiências? Eu sou um cara que ama viajar e conhecer novas culturas, novas gastronomias e até mesmo histórias locais. Pra mim, isso é um grande aprendizado. Por morar em diversos locais, a gente acaba criando uma facilidade de adaptação cultural – cada lugar tem suas riquezas e seus valores. Eu tinha mais ou menos uns 10, 11 anos quando morei em Londres e no Qatar, então dependia dos meus pais para fazer a maioria das coisas. Mesmo assim, eu consegui guardar boas lembranças de lá.

Isso te deixou mais desprendido em relação a criar raízes? As únicas raízes que eu carrego comigo é em relação à criação que eu tive. Eu sou um cara que ama conhecer novos lugares, não sou de me prender em algum específico e simplesmente me acomodar. Seja por oportunidade profissional ou mesmo por lazer, eu curto embarcar em cada nova jornada, pois não tem nada mais rico do que conhecer novas culturas pelo mundo. Sou totalmente desprendido em relação a isso.

Falando em “Malhação” como foi (é) viver o lutador Rômulo? Que avaliação faz da trajetória do personagem? Foi muito lindo e prazeroso poder fazer esse personagem. Desde que li a sinopse e vi a trajetória que ele percorreria e sua história de vida, logo me identifiquei e fiquei feliz em realizar esse desafio. O Rômulo me dá muito orgulho, porque a sua garra de querer vencer na vida com honestidade representa muitas pessoas. Um cara sem condições financeiras que segue em busca de um sonho, sem ajuda da família, e vivendo um amor mal correspondido... Ainda assim, ele consegue conquistar seu sonho maior e ficar com a mulher de sua vida após sofrer tanto. Posso dizer que ele acredita no amor verdadeiro e sabe que é preciso batalhar muito para chegarmos onde sonhamos. Ele nasceu duas vezes e pra mim ele é um grande guerreiro.



Já tinha praticado luta antes? Como foi o preparo físico? Quando era mais novo eu já tinha feito jiu-jitsu, mas estava um tempo parado, sem praticar. Mas para a criação do Rômulo dentro do universo do boxe e consequentemente o MMA, eu comecei a ter aulas intensivas durante a semana com o meu mestre Flavio Almendra para compormos juntos toda essa parte corporal de um lutador profissional. No começo foi bem cansativo e com uma explosão de muitos treinos e ensaios pra ninguém se machucar durante as gravações. Durante esse processo todo eu comecei a mudar a minha alimentação pra uma dieta balanceada pra ganhar ainda mais resistência e fôlego pra aguentar horas treinando e gravando. 

Com a exposição que a TV proporciona vem o assédio. Como lida com isso? Tranquilamente. Eu entendo que o assédio e a repercussão que meu personagem está tendo é fruto de um bom trabalho. Eu me dedico muito pra fazer da melhor forma possível e, consequentemente, poder tocar as pessoas. E quando alguém me para pra tirar uma foto ou algo do tipo, eu sempre busco conversar e saber o que estão achando do meu trabalho. Não tem nada mais gratificante do que um fã que admira aquilo que você faz e traz tanto carinho.

Você é um cara vaidoso? Até que ponto? Sou um cara que se preocupa com a saúde e, como trabalho com a minha imagem, acho importante ter alguns cuidados com a pele, cabelo, etc. Mas nada muito exagerado, pois não deixo a vaidade tomar conta de mim. Até porque eu tenho que ser um papel em branco para o novo personagem que terei que interpretar posteriormente. 



O que uma mulher precisa para chamar sua atenção? O que eu acho essencial numa mulher é o seu lado interior. Para alguns isso pode parecer um pouco clichê, mas para mim é fundamental a pessoa ter uma boa índole, ter uma boa educação, ser carismática, inteligente e batalhadora. 

O que as mulheres ainda não sabem (ou teimam em não saber) sobre os homens? É importante termos em mente que as subjetividades entre as pessoas são muitas, independente do gênero ou do tipo de relação que construímos com as pessoas ao redor. Então sempre estaremos por descobrir um pouco mais de cada um.

Você e sua namorada (a atriz Juliana Piva) são pessoas conhecidas do grande público. Como lidam com ciúmes? É algo comum entre vocês? Quando a fama incomoda na relação? Eu a Ju nos damos super bem, inclusive em relação ao nosso meio profissional. Não temos ciúmes, entendemos, respeitamos, nos ajudamos e torcemos pelo sucesso um do outro. Somos sinceros e acredito que essa cumplicidade é que torna ainda mais forte a relação. 



Quando quer impressionar o que faz para uma noite ser romântica e especial? Quando eu quero causar uma boa impressão na minha namorada eu busco fazer alguma surpresa pra ela, que pode ser desde um jantar romântico com um buquê de rosas (com a comida feita por mim), ou leva-la pra algum lugar que ela não esteja esperando... Mas o que torna ainda mais especial esses momentos é quando há um significado pra tudo aquilo que você está fazendo. Ou seja, não necessariamente levar para um restaurante ou dar um presente caro, mas sim a história e o carinho que esses gestos têm. 

Em que homens e mulheres mais diferem? Sinceramente para mim não existe uma diferença entre gêneros, o que diferencia as pessoas é o seu caráter. 

Quais os próximos passos? Estou em reta final na “Malhação - Pro dia nascer feliz” e, em seguida, vou dar início a uma nova turnê com a peça “E o vento vai levando tudo embora”, com texto e direção da Regiana Antonini e dividindo a cena com o Gabriel Chadan e a Josie Pessoa. E tenho alguns projetos pessoais que estão em andamento.


quarta-feira, 19 de abril de 2017

ESTILO: Atitude & sofisticação - Coleção inverno 2017 de Ricardo Almeida ousa em tecidos, cortes e traz muito estilo

Um homem que consegue transitar por diferentes ocasiões do dia a dia com a sofisticação e contemporaneidade sendo suas aliadas de estilo. Assim foi pensada a coleção de inverno 2017 do estilista paulistano Ricardo Almeida, que é referência em moda masculina e atua no segmento há 34 anos. Como destaque da coleção, as peças de alfaiataria que passeiam entre os tons de verdes, azuis, castanhos, vinhos e cinzas. As produções monocromáticas surgem para apresentar ao homem que é possível ter uma única cor que eleve à atitude ao âmbito da sofisticação, sem esbarrar no exagero. 

Como novidade na matéria-prima, uma das assinaturas de excelência da marca, surge o veludo em cores diferenciadas, como o vinho e o marrom havana, com a missão de diferenciar os looks do dia a dia de forma inusitada. Com calça de alfaiataria ou jeans, o blazer de veludo com modelagem slim fit faz a diferença e mostra que é mais que possível inovar e levar na medida a informação de moda que esse homem urbano busca. E tem mais novidade quando o assunto é inovação em tecido: as camisas, polos, alfaiataria e gravatas moulinê, uma padronagem com especial que tem efeito de microdesenhos originados a partir da torção de fios de cores diferentes. Item excelente para compor o guarda-roupa de quem valoriza os detalhes combinados à elegância minimalista. 

O xadrez, que é uma referência nas peças de alfaiataria da marca Ricardo Almeida, também aparece nas camisas traduzindo a contemporaneidade que tanto o homem deseja. Por aqui, o destaque fica mesmo por conta da blusa de moletom feita 100% em algodão pima peletizado, que aparece pela primeira vez na marca Ricardo Almeida, traz o xadrez como a assinatura do estilista numa peça tão casual. O estilista aposta ainda em looks com um mix entre o casual e a alfaiataria. O tricô chega para substituir a camisa em produções sociais e o blazer, usado em composições desconstruídas com calça jeans em diferentes cores, expressa exatamente essa combinação entre os estilos. Para dar bossa à temporada, Ricardo Almeida apostou nos acessórios que fazem a diferença e mudam a produção. Destaque para os lenços de bolso, que chegam com novas estampas e dão cor e um perfume especial à composição. Outro ponto forte da coleção de inverno 2017 é a echarpe que chega para quebrar a formalidade nos looks.

Já a sapataria vem com novidades também. O tênis, um dos itens mais queridos dos consumidores da marca, vem agora na versão hibrida com sola em EVA, conferindo um toque sofisticado com aparência total casual, sem contar no conforto que proporciona no momento do uso. O estilista também aposta na ideia dos modelos de tênis com cano alongado, uma peça perfeita para os homens que gostam de levar um tom jovial para a alfaiataria ou nos looks casuais. 









terça-feira, 18 de abril de 2017

VAIDADE MASCULINA: O charme do coque - Dicas para aderir ao estilo samurai

No dia 24 de abril é comemorado o dia do Samurai, por isso resolvemos falar um pouco sobre o seu estilo de cabelo, que é um dos mais usados atualmente pelos homens. Celebridades nacionais e internacionais como Tiago Iorc, Luan Santana, Jared Leto, Orlando Bloom e Jake Gyllenhaal, por exemplo, mergulharam de vez no visual. Falamos com Wesley Troiano, diretor técnico da Macho-lândia, que nos deu um panorama e também algumas dicas bem legais para os homens que querem aderir a esse corte.

TAMANHO IDEAL - “para o estilo samurai, é preciso ter, no mínimo, 18 cm de comprimento de cabelo, seja ele liso ou cacheado.” 

DIPLOMÁTICO - “Ele é um dos estilos que se encaixa com todos os formatos de rosto: oval, redondo, retangular, quadrado, hexagonal de lateral reta e hexagonal de base reta, triangular, triangular invertido e losangular”. 

MUDANDO O ESTILO - “o coque do samurai muda totalmente o formato do rosto, servindo como uma moldura. Dependendo de como você amarra o coque, o seu rosto pode mudar 100%. Alguns exemplos: deixando alguns fios soltos, um coque mais folgado, bem amarrado com os cabelos bem alinhados, mais alto ou mais baixo, com topete, etc. Todos dão um ar bem diferente para os homens”. 

CUIDADOS COM OS FIOS “À LA SAMURAI” - “são basicamente os mesmos de outros estilos de corte, porém muda alguns detalhes para o melhor resultado final. Para quem fica o dia todo com o cabelo amarrado, um alerta: o corpo produz oleosidade natural e isso promove uma coceira no couro cabeludo que, por coçar, deixa tudo muito desconfortável e acaba com o penteado. Neste caso, é legal usar um produto específico que diminua a produção de oleosidade. Nós da Macho-lândia, por exemplo, temos uma linha, com shampoo e bálsamo, com ingredientes naturais que suavizam a coceira. Revitalizando a cor natural dos fios”.

COMBINANDO BARBA E COQUE - “este estilo tem ficado bastante em evidência para quem usa barba e curte fazer essa combinação. O interessante é cuidar bem da barba e criar um designer que valorize seus lábios e seu queixo. No rosto oval e arredondado, por exemplo, a junção dos dois dá um ar mais gladiador. Eu já vi um coque samurai com um cara que usava cavanhaque e ficou bem legal. Foi nesse momento que tive a certeza que ele combina com tudo”. 


01 - evite lavar os cabelos, e barba, com água quente, pois aumenta a produção de óleo no couro cabeludo e na pele, e isso, como disse anteriormente, deixa-os ressecados;

02 - use sempre produtos que tenham em sua composição ingredientes naturais;

03 - Sempre tenha em seu arsenal shampoo e bálsamo (condicionador) para cabelo e barba; 

04 - Após lavar o cabelo e a barba, use um óleo. Aqui na Macho-lândia, por exemplo, indicamos usar o Conexão Oil junto com o creme sem enxague (Balm time lizz ou creme time cachos), pois, como as pontas dos cabelos não conseguem ser nutridas com a oleosidade natural que o nosso couro cabeludo produz, elas ficam ressecadas e embaraçam com facilidade. O uso deles em conjunto resolve esse problema nos cabelos e na barba, pois vai deixá-los macios, cheirosos, além de alinhados com uma estética saudável. 

Vilão do estilo - o maior pecado de todos para quem usa o estilo samurai é amarrar os cabelos, ainda molhados, pois isso produz fungo, danifica os fios, causa mau cheiro, além das madeixas perderem o brilho e ficarem com aspecto embaçado. Antes de prendê-los, seque e use os produtos adequados. Isso vai garantir um samurai nota mil. 

segunda-feira, 17 de abril de 2017

FITNESS: Encontre motivação na atividade física e siga determinado

É de conhecimento de todos que a prática regular de exercícios físicos traz diversos benefícios à saúde e à mente. Mesmo assim, o número de pessoas sedentárias é alarmante. De acordo com estimativa da Organização Mundial de Saúde (OMS), pessoas sedentárias têm entre 20% e 30% de aumento do risco de mortalidade, em especial por doenças crônicas. Por isso, a prática regular de atividades físicas é fundamental para manter corpo e mente saudáveis.

Mas afinal, quem é o grande vilão dessa história?

A conclusão que chegamos é que esse grande vilão somos nós mesmos. É a auto sabotagem. As desculpas são variadas: falta de tempo, de dinheiro, cansaço, muito trabalho, chuva, calor, preguiça... E quem realmente sofre com os efeitos dessas desculpas é o nosso corpo. Não existe o dia perfeito para fazer exercícios físicos e cuidar da sua saúde. O momento é agora!


Encontrar nossos fatores motivacionais, apesar de parecer complexo, pode ser mais fácil do que imaginamos. O primeiro passo, sem dúvida alguma, é realizar uma auto avaliação. Trilhar o caminho de onde estamos e onde queremos chegar, traçar metas e objetivos claros e tangíveis, são ferramentas valiosas em todos os âmbitos de nossas vidas, portanto, por que com a atividade física seria diferente?

Ao identificarmos de forma clara as nossas reais necessidades, automaticamente criamos mecanismos a fim de satisfaze-la. O resultado desse processo é o que podemos denominar de auto realização. Na realidade, a maioria das pessoas só procuram as atividades físicas quando estão fora do peso ideal, o que é um grande erro, pois o grande X da questão, são os benefícios que os exercícios podem trazer para a sua saúde como um todo. Esse sim deveria ser o principal fator motivacional.

Caso não seja, não importa. O motivo que te faz se exercitar, pode parecer banal para algumas pessoas, mas se ele fizer você se mexer, já está valendo. Vai ser questão de tempo para uma transição de pensamento, até enxergar os reais valores em se praticar um exercício físico.

Após definir suas metas e objetivos, pode ser de grande ajuda, o convívio com outras pessoas com os mesmos objetivos. Treinar com o acompanhamento de um Personal Trainer ou com os amigos, pode ser uma arma poderosa que pode eliminar as chances de você se sabotar. Abaixo listamos alguns dos principais vilões que podem boicotar sua iniciativa de criar hábitos mais saudáveis:

OS PRINCIPAIS “VILÕES”

VERGONHA - Não se preocupe com que os outros pensam sobre você. É comum que, ao iniciar o treinamento, você se sinta inseguro por não ter o mesmo desempenho que outras pessoas que já treinam. Lembre-se que todos, em algum momento, também iniciaram esse mesmo processo, sem ter condição plena ou habilidade.

TRABALHO - Uma das desculpas mais comuns é a falta de tempo por conta das altas cargas horárias de trabalho. Mas acredite, você pode encontrar tempo para evitar uma desculpa e não treinar. Acorde mais cedo, organize melhor suas tarefas, arrume a mochila um dia anterior e vá direto do trabalho para uma academia ou parque, ou até mesmo se exercite em casa. Independente do horário ou situação, o trabalho não pode servir de obstáculo. Objetivos bem definidos e traçados atrelados a uma agenda organizada podem fazer a diferença. Ter em mente a meta a ser atingida é sempre um grande aliado.

IMPACIÊNCIA - Você não percebe resultados e acredita que não irá chegar a lugar algum. Cuidado! Todo o esforço pode ir ladeira a baixo. Muitas das mudanças positivas que ocorrem em seu corpo, não serão visíveis no espelho ou na balança em curto espaço de tempo. Seja paciente, busque seu objetivo e continue firme e forte sua jornada. Redefinir objetivos é importante para recarregar as baterias e trazer novo ânimo.



* FERNANDO GUERREIRO - Personal trainer e head coach na academia Wet, em São Paulo, Fernando não para de se aprimorar como profissional fitness e como praticante de atividades físicas. 

sexta-feira, 14 de abril de 2017

CAPA: Celso Zucatelli vive antenado em todo tipo de informação em todos os meios

O jornalista e apresentador Celso Zucatelli é um cara que vive antenado em todo tipo de informação em todos os meios. Dedicado e sempre pronto para um novo desafio, Zucatelli está à frente do programa “Melhor pra Você”, juntamente com seus colegas Edu Guedes e Mariana Leão. Ligado em redes sociais e as várias formas de informação que avançaram com o tempo, antes de tudo ele precisa amar e se divertir com o que faz. Sempre atual, Zucatelli solta o verbo sobre o real jornalista e sua paixão por viagens e muito rock, jazz e blues.

Celso, com toda sua experiência você acredita que hoje está mais difícil fazer jornalismo de verdade? Não, muito pelo contrário. Temos mais fontes de informação. A qualidade depende do nosso cuidado com o uso dessas fontes. O segredo está na orientação que damos aos novos jornalistas, para que não confiem na primeira informação que aparecer e, sim, que sempre tenham o cuidado de apurar com responsabilidade.

O quanto a internet e as redes sociais ajudam e atrapalham no meio disso tudo? Ajudam, mas vão ajudar mais, porque ainda estamos no processo de transição. Informações que "aparecem" do nada viram verdade, mas entenda que estamos falando de um encontro de gerações. Os novos profissionais de comunicação nasceram num mundo em que a velocidade de "postagem" cria uma enxurrada de notícias e algumas delas viram verdade antes que alguém possa dizer o contrário. Vamos ter que treinar a nova geração que é a base dos programas e jornais. Vai dar certo. 


Com tanta fonte de informação por que as pessoas estão menos tolerantes ou até mais ignorantes (de um modo geral)? Justamente por que elas acreditam na primeira informação. O que precisamos é que os erros sejam corrigidos, que injustiças sejam evitadas, que as mentiras sejam punidas. As redes sociais alimentam torcidas cegas, porque permitem que todos tenham voz. Mas oferecer espaço para manifestação não é ruim, desde que ele seja usado com responsabilidade. As pessoas vão aprender, é tudo muito novo.
Que desafios ser apresentador te traz? Onde está o prazer na função? Todos os dias volto para casa com mais conhecimento. Eu sempre aprendo algo no meu trabalho, nas reportagens que mostramos, nas entrevistas que fazemos e isso é um privilégio. O desafio maior é a gente se reinventar, sem perder a conexão com um público que já é parceiro. Amo meu trabalho.

Depois de um longo período na Record você mudou para a Rede TV. Como foi para você essa mudança e os novos desafios com nova casa e programa? Mudar é muito bom, faz a gente ter desafios, conhecer formas novas de trabalhar, crescer com profissional. A RedeTV! é uma emissora maravilhosa, comandada por sócios que participam ativamente do dia a dia da empresa. Isso gera transparência e velocidade nas decisões, o que é muito bom para profissionais, anunciantes e, claro, para o telespectador.



No “Melhor pra Você” você parece estar bem à vontade juntamente com seus colegas de programa. É um trabalho que parece diversão. Mas quais as maiores dificuldades? Sim, estamos muito felizes, justamente porque o ambiente de trabalho é muito bom. Você usou a palavra certa, diversão. Minutos antes de entrar no ar, todos os dias, eu grito no estúdio para a nossa equipe "senhoras e senhores, vamos..." e a galera responde: nos divertir. E assim deve ser. São duas horas por dia, ao vivo, cinco vezes por semana, fora gravações, reportagens e viagens. Se não for divertido, é impossível fazer.

Como lida com redes sociais? Que força uma crítica nas redes tem para você? As redes sociais nos deram um contato direto com o telespectador, o que eu acho muito legal. Mas, como eu disse antes, todos estão aprendendo a usar isso tudo. Costumo dizer que temos "seguidores" e "perseguidores", os chamados "haters". Críticas de seguidores são recebidas com atenção e respeito. Ataques de perseguidores são respondidos com a maravilhosa tecla "bloquear", simples assim.



O que esses anos todos de TV foram te ensinando em relação a prestação de serviço com o público, a diversão e a parte comercial do negócio? Prestação de serviço é a coisa mais gostosa de fazer. Hoje mesmo, uma denúncia de telespectadores nos levou a um lugar e, enquanto estávamos ao vivo, chegou a equipe da prefeitura para resolver o problema. Fizemos o nosso papel e isso é muito bom. A diversão, como eu te disse, tem que ter todos os dias, é nosso combustível e a parte comercial é fundamental para garantir o funcionamento desta máquina. A RedeTV! sabe cuidar bem de seus parceiro, com uma equipe comercial fantástica. Conversamos, debatemos e encontramos sempre o melhor caminho para que a entrega comercial seja a melhor e todo mundo fica feliz.

A TV digital e por assinatura cada vez ganha mais espaço hoje em dia. Que caminhos você enxerga para a TV aberta no futuro? Vamos ver cada vez mais o crescimento do tal do "on demand", ou VoD, o vídeo sob demanda. A possibilidade de assistir seu programa favorito na hora que você quiser ou puder é o futuro, e isso não vai acabar com a grade tradicional das emissoras. Apenas vai aumentar e muito a possibilidade para o telespectador de não perder o conteúdo que mais gosta. São mudanças para melhor.

Trabalhar na frente das câmeras te deixou mais vaidoso com o visual? Como se cuida e qual seu estilo? Eu deveria me cuidar mais, na verdade. Faço o que é importante para o meu trabalho. Voltei para o meu peso, não deixo mais de praticar esporte e tenho uma alimentação saudável. E isso, claro, é bom para a vida e não apenas para o trabalho. Meu estilo é bem básico: se pudesse, só bermuda e chinelo. Jeans e camiseta preta completam bem o que eu preciso.

Por falar em vaidade, como lidar com o outro tipo de vaidade no meio disso tudo? É mais difícil lidar com a sua vaidade ou a externa? O importante é que, quando sabemos que isso é um trabalho, como qualquer outro, não nos deixamos levar. É simples, mesmo. É verdade que nem todos pensam assim, mas isso faz parte do nosso meio e temos de saber lidar. Está no pacote.  




E quando não está trabalhando o que curte fazer para relaxar? Ficar em casa é a coisa que eu mais gosto de fazer. Ver seriados na TV, cozinhar, curtir a família. Quando estou em São Paulo, cinema e restaurantes são meus programas, além da bike no domingo. Mas o que eu amo mesmo é viajar, é minha paixão. Trabalho pra isso, pra viajar. Pode ser destino de natureza, porque amo esportes radicais, ou cultural, onde volto com uma maravilhosa bagagem de conhecimento. Acabei de voltar da África, sou apaixonado pela Ásia. Enfim, viajar sempre. Logo mais, algumas das minhas viagens estarão no YouTube. Estamos montando uma seleção bem legal.

O que costuma ler, ver e ouvir? Leio tudo, amo ler. Gosto bastante de romances policiais, amo cinema e seriados. Tô vendo a segunda temporada de Quantico, muito boa. Na música, sou um cara, especialmente, do rock, do jazz e do blues. São os estilos que dominam meus aplicativos de música.

Qual a diferença de fama e sucesso para você? Conquistou as duas? Sucesso profissional você pode ter em qualquer área e a chamada fama é, para alguns, parte do sucesso na nossa área. Mas acho que uma boa palavra é "reconhecimento". Quando seus empregadores e, no caso do nosso caso, seus anunciantes e telespectadores reconhecem o que você está fazendo como algo especial, de qualidade, você pode ficar feliz. É claro que isso passa pelo carinho que recebemos do público, que é um privilégio. 

Quais os próximos desafios dentro e fora da TV? Fora da TV, continuar viajando, conhecendo o mundo. Na TV, tenho muitas possibilidades, muitos formatos diferentes que nunca fiz e que quero fazer. As oportunidades aparecem, precisamos saber aproveitar. E, sempre, tenha certeza, estarei me divertindo. É a regra.



quarta-feira, 12 de abril de 2017

HOMEM NA COZINHA: Um filé de pescada onde a caipirinha vem no prato e não no copo

O risoto, de origem italiana, é sem dúvida um prato altamente apreciado em vários países do mundo. A iguaria, úmida e cremosa, é uma típica representação da cozinha do norte da Itália, onde o termo é um diminutivo e significa “arrozinho”.

O RISOTO E A ARTE DOS VITRAIS

O conhecido Risotto alla Milanese, o mais famoso dos risotos, é obra do mestre Valério di Fiandra, que na época era responsável pela criação dos vitrais da Catedral de Milão. O prato, diz a lenda, foi criado durante uma festa de casamento, no ano de 1574. Fiandra, que era reconhecido tanto pelas suas belíssimas obras de arte quanto pelo seu bom gosto para a gastronomia, durante o casamento da sua filha, resolveu oferecer aos convidados um de seus pratos preferidos, o risoto. Porém, durante a preparação da iguaria, o mestre, por ser muito ciumento, deixou cair um pedaço de açafrão dentro da panela que nesta época era utilizado como corante para os vitrais, dando origem ao que hoje se conhece por Risotto alla Milanese.


Os sócios Marco Uchôa (Marc) e Luiz Felipe Azevedo (Louis), ambos com formação em gastronomia, resolveram levar praticidade e sabor à mesa dos pernambucanos com receitas originais sem conservante ou estabilizante químico nas preparações, preservando assim o real sabor dos pratos; como este cremoso Risoto de Caipirinha com File de Pescada laqueada no mel de Engenho

Essa receita inusitada traz a tradição Nordestina da cachaça para preparo no cozimento do grão conferindo um gostinho especial cítrico e perfumado, e para arrematar este delicia, uma porção generosa de queijo parmigiano reggiano dando uma cremosidade e suculência que contrasta com o mel e a leveza do peixe!