sábado, 30 de dezembro de 2017

CAPA: Alok - O DJ número 1 do Brasil é o som da nossa festa

Um cara tranquilo, grato pela sua trajetória e que sabe valorizar bem a raiz brasileira. Esta é a imagem que temos do DJ Alok, goiano de 26 anos que predomina nas playlists internacionais de quem curte uma boa música eletrônica atualmente. Eleito este ano pela Forbes Brasil uma das pessoas com menos de 30 anos mais influentes do país, ele não se gaba do sucesso em si. “Isso é consequência de um sonho. Mas, na verdade, minha maior vontade era ver a música eletrônica ir além do que estamos acostumados, limitada às baladas”, comenta, satisfeito. Um dos nomes mais respeitados da cena eletrônica brasileira, Alok acumula prêmios e indicações, como “Melhor DJ do Brasil” pela revista britânica DJ Magazine, em 2015, “Top 25 do Mundo” em 2016, na mesma publicação. 

Outra curiosidade é que ele também é idealizador da gravadora UP Club Records e da Artist Factory, empresa responsável por gerenciar artisticamente nomes do segmento de música eletrônica. Sua base familiar já dava um preview de que, em algum momento, seria dado o start para a carreira de DJ. E o ingresso dele na área, conta, ocorreu de maneira extremamente espontânea. Não havia como ser diferente: seus pais, Ekanta Jake e Juarez Achkar - conhecidos no meio como Ekanta e Swarup -, estão na vanguarda do gêneropsy trance no Brasil e idealizaram o Universo Paralello, célebre festival de e-music que ocorre anualmente na Bahia.

Apesar de Goiás ser considerado berço da música sertaneja, o acolhimento do público com o brazilian bass, que é como batizou a house music, Alok revela que não teve qualquer dificuldade para ganhar espaço como artista na localidade. “A receptividade foi melhor impossível. Ainda mais pelo fato de eu ser goiano, né? Há um depósito extra de sentimentos que facilitou o processo”, orgulha-se. Embora costume fazer nacionais e internacionais com frequência, o também produtor musical não dispensa uma boa relaxada em Alto Paraíso (GO), lugar onde já morou na infância e com o qual revela manter uma forte ligação espiritual. Entre as celebridades brasileiras que curte dar aquela “espiada” nos stories está o humorista piauiense Whinderson Nunes. A seguir, conheça melhor quem é, o que faz e do que gosta o DJ Alok.


Hoje em dia, o cenário de música eletrônica mundial tem um público bastante exigente, concorda? De que país vem o tipo de som que você mais curte? Música boa não tem nacionalidade e varia muito de artista a artista. Eu curto o trabalho de diversos profissionais de países aleatórios, inclusive há produtores competentes em toda parte dentre eles vários do Brasil.

Para você, que características tem um bom DJ atualmente? Carisma, criatividade, técnica e paixão pelo que faz, deixando sucesso e dinheiro como consequência de toda a dedicação.

Como você se atualiza das tendências mundiais de e-music? Os aplicativos de música sempre me mantiveram bem atualizado em relação a isso. As playlists contribuem bastante me deixando a par em primeira mão.

Que outros gêneros de música, além de brazilian bass, predominam na sua playlist predileta? Ultimamente ando bem eclético com influências do rap ao rock, do techno ao trap... Não me privo de ouvir música boa, seja ela qual for.

As redes sociais têm um papel muito grande na divulgação de qualquer projeto ou pessoa hoje em dia. Como você lida com isso? Que story no Instagram você não perde por nada? Virou alicerce já... Sempre fui muito ativo em todas as plataformas como forma de me manter mais próximo do público. Por conta do tempo eu tenho me envolvido de maneira reduzida mas sempre ativo. Quanto às histórias, eu curto acompanhar Whinderson sempre, ele é fora da curva.


Isso traz uma certa “intimidade” com o público. Como você lida com o assédio dos fãs? É tranquilo. Às vezes a gente tem um pouco da privacidade limitada, mas nada que não dê pra administrar. Quanto ao contato, eu gosto e retribuo sempre. Admiro eles e o carinho deles por mim. Sou muito grato sempre e isso me motiva, me move.

Com que frequência você viaja para o exterior para se apresentar? E que apresentação mais marcou? Depende muito, mas normalmente saio do Brasil por volta de 10 ou 15 vezes ao ano. Sobre a apresentação que mais marcou eu destaco o Tomorrowland da Bélgica, Lollapalooza Argentina e a última turnê na China.

Essa rotina puxada te deixa tempo livre? O que curte para relaxar? A gente sempre arruma uma forma de esfriar a cabeça e relaxar em algumas das nossas viagens mas nada se compara a ir para Alto Paraíso (GO), lá é pra mim o melhor lugar pra se relaxar. Tenho uma conexão muito forte com a Chapada dos Veadeiros.

Percebemos que você é um cara vaidoso, cuida da imagem do corpo. Do que você não abre mão e até onde vai a vaidade? Eu passei a me cuidar mais depois dessa ascensão mas não é uma prioridade, prefiro dar atenção antes ao meu espírito etc. Em relação a vaidade, não largo a academia e boa alimentação por nada. Sempre acho uma forma de treinar entre um show e outro.

No meio de tantas opções, o que uma mulher precisa ter para chamar sua atenção? Autenticidade, carisma e humildade. Se interessar por assuntos que envolvam autoconhecimento e que se sintam parte da diferença para uma sociedade com futuro melhor.

Conte-nos suas três maiores inspirações. Meu pai, minha mãe e pessoas que necessitam de algum tipo de ajuda sempre, na qual acabo criando um vínculo e aprendendo muito com eles. Tenho várias fontes de inspirações.



PINGUE-PONGUE
Quando menos é mais: em poucas palavras, pode-se conhecer uma pessoa, apenas pelas preferências. Neste breve pingue-pongue, o DJ Alok mostra um pouco de si. Confira:

Criolo ou Daft Punk? Criolo.
Hambúrguer vegano ou maminha suculenta? Vegano.
Sonhar junto com alguém ou sozinho? Com alguém.
Para acampar: praia ou serra? Serra.
Água de coco ou whisky 18 anos? Coco.
Piano ou violão? Piano.
Telefonema ou Whatsapp? Telefonema.
Villa Mix ou Tomorrowland? Villa Mix
Dia ou noite? Noite.
Voltar no tempo ou espiar o futuro? Espiar o futuro.


FOTOS GABRIEL WICKBOLD
PRODUÇÃO JU HIRSCHMANN  /  RHELDEN
BELEZA PAULO ÁVILA

ALOK veste: Look 1 - Camisa ELLUS (11-3061.2900), camiseta Youcom (11-3587.6696), acessórios Algo Mais (19-3701.2905); Look 2 - Camisa Água de Coco, óculos acervo pessoal; Look 3 - Jaqueta Tropical Wear (11-4781.4294), camiseta Youcom, acessórios Algo Mais  

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

BEBIDA: Os melhores espumantes para brindar nas festas de fim de ano

Um bom espumante é sempre um bom motivo para muitos brindes. A bebida que é a cara de celebração está sempre no topo da lista das bebidas mais consumidas durante as festas de fim de ano. Porém por mais popular que seja essa bebida, muita gente tem dúvidas na hora da compra e por muitas vezes pode acabar levando algo achando que parece ser muito bom e na verdade não é. Para isso é bom ter uma noção básica sobre espumantes (e Champagne). 

O espumante é um tipo de vinho cujas características e métodos de produção foram importados da França. Dos espumantes naturais faz parte a mais famosa de todas as bebidas, o champanhe, produzido na região francesa de Champagne, que acabou por virar uma denominação popular, porém equivocada, dos vinhos espumantes em geral. O verdadeiro champanhe ou champanha é um vinho branco espumante produzido no Nordeste da França, na região de Champagne, por meio da fermentação da uva através do método champenoise, tendo início com os monges Dom Pérignon e Dom Ruinart. 


A principal característica de um espumante é o seu perlage, ou seja, a formação de borbulhas que, partindo do fundo da taça, desenha correntes de bolinhas que se dirigem para cima e somem ao atingir a superfície do líquido. Uma dica é pedir para se fazer um teste na loja antes de levar pra casa várias garrafas para brindar com os amigos.

O seu processo de fabricação é demorado e caro, sendo praticamente o mesmo de séculos anteriores. A principal alteração no processo de produção foi introduzida por Nicole Ponsardin, a viúva de Felippe Clicquot (Veuve Clicquot), que desenvolveu um método para retirar todo o fermento da garrafa. Aqui no Brasil, todos os vinhos que têm espuma terminaram sendo chamados de espumante, que por conta do seu baixo custo e excelente qualidade, estão competindo no mercado internacional. Entre os melhores estão o Chandon, Aurora e Casa Valduga. O espumante brasileiro possui uma excelente aceitação, então caso não possa escolher pelo Francês, opte pelos brasileiros, pois quanto à qualidade, alguns afirmam que são melhores que os espanhóis e chilenos.

Muitas pessoas ainda têm receio em experimentar o espumante brasileiro e, muitas vezes, valorizam mais aquelas marcas estrangeiras consagradas. Recente pesquisa do Ibravin, Instituto Brasileiro do Vinho, mostrou que isso é um erro e que o Brasil possui espumantes deliciosos. Tanto que hoje em dia está se consumindo muito mais espumantes que em outros anos. Antigamente, 70% das garrafas eram vendidas no último trimestre. Hoje essa proporção caiu para 40%. Ou seja, estamos bebendo espumantes de forma mais contínua, com goles bem distribuídos ao longo do ano e das refeições - as borbulhas não aparecem só na hora do brinde. Conheça aqui 12 marcas selecionadas e tenha um ótimo brinde!




ONDE ENCONTRAR

J.P. Chenet Brut - Importadora: La Pastina. Sac (011) 3383-9303

Schloss Wachenheim - Sac (011) 2133-8600

Annela Andreani, François Montand Brut, Anna de Cordoníu Bru, Taittinger Brut, Barton & Guestier Chardonnay, Prosecco Ruffino, Cava Cordoníu Clássico - Importadora: Interfood, tel. (0xx11) 2602-7255

Moët & Chandon Imperial - Sac (011) 3062-8388

Pizzato Brut - Sac (016) 3334-2215

Obs.: Preços sujeitos a ajustes

quarta-feira, 27 de dezembro de 2017

MÚSICA: Samyra Show - Cantora revelação é fenômeno no Nordeste e uma das grandes promessas para 2018

Se as vozes femininas estão dominando o mercado sertanejo, o mesmo movimento pode ser percebido no forró, segmento antes dominado pelos homens, e que ganha cada vez mais representantes mulheres à frente dos vocais. A cantora Samyra Show é uma delas. Com 20 anos de carreira e com passagens por quatro bandas de forró, a cantora colhe os frutos do voo solo iniciado há três anos. A sugestão para começar a trilhar sozinha a sua história veio do amigo Wesley Safadão. E, desde então, muita coisa mudou. Em agosto, a cantora lançou o CD e DVD “Samyra Exclusive no Paraíso” – com participação de Safadão e de seu amigo Xand Avião -, com seis músicas inéditas e também os sucessos das duas décadas de carreira como "O Mundo Girou", "Coração Apertado", "Alta Tensão" e "Falsiane". E, em novembro, Samyra assinou contrato com a Sony Music, uma das maiores gravadoras do mundo. Ela encerra o ano com uma meta profissional para 2018: invadir o Sudeste!

Samyra Show, hoje, se apresenta para mais de 300 mil pessoas em arenas lotadas e caiu nas graças de personalidades reconhecidas, como Regina Casé, Cláudia Leitte, Hugo Gloss, David Brasil, Gominho e Léo Dias, que a descreveu como “o maior fenômeno feminino atual do Nordeste”. Desde então, os bordões e hashtags, que são sua marca registrada, #ADiferentona, #ADiferentonaQueVoceRespeita e #AceitaEla, já acumulam mais de 60 mil menções nas redes sociais. Obstinada, ela ainda revela que se inspira em personalidades como Anitta e Cláudia Leitte: “elas têm a garra e a ousadia de tentar uma carreira internacional, mesmo sabendo como é difícil. Não se acomodam por serem consolidadas no mercado brasileiro”. Já está na hora do Brasil #aceitar a #diferentona.

O que mudou ao começar a carreira solo? Por um lado, a responsabilidade aumentou. Agora é o meu nome que está na linha de frente, tenho o compromisso de atender as expectativas dos fãs que me acompanharam nas bandas esses anos todos. Por outro, é muito gostoso ter o domínio da minha carreira, poder realizar minhas ideias, expressar minha criatividade e perceber que conquistei, individualmente, o carinho do público. Estou vivendo o meu melhor momento profissional.

Como se sentiu ao lançar o primeiro trabalho dessa nova fase, o CD e DVD Samyra Exclusive no Paraíso, e já estrear com parcerias de peso como Wesley Safadão e Xand Avião? É um sonho realizado e aconteceu no melhor momento da minha carreira. Tive a oportunidade de cantar sucessos das minhas duas décadas de trabalho e lançar canções inéditas com o apoio de amigos queridos. Conheço o Wesley há muito tempo, muito antes do sucesso. Aqui em Fortaleza, todo mundo do forró é próximo. Ele vem a churrasco na minha casa. Trocamos impressões por telefone. Ele foi o primeiro convidado e me deu sim de cara. Wesley me abriu muitas portas e continua me apoiando. O Xand, eu conheci por meio do meu marido, Fábio, que também é meu empresário. O Xand quis que eu escolhesse a música que participaria, daí escolhi “A Dança do Desprezo”, porque ele tem esse jeito mais divertido.


Quais os planos para ‘chegar chegando’ no Rio e em São Paulo? Eu acredito que o Forró é um ritmo universal. Safadão, Xand e outros artistas já provaram que no Sudeste tem espaço para o nosso trabalho, mas também quero inovar, me aproximando de ritmos mais familiares para o público carioca e paulista. Pretendo fazer parcerias com nomes do funk e do pagode em 2018, pois acho que não tem limites para essa mistura de ritmos. E, claro, shows! Já estou planejando uma agenda de apresentações no Rio e em São Paulo no começo do ano que vem, me aguardem! Eu também tenho canções de outros artistas no meu repertório, como Claudia Leitte e Pabllo Vittar, então vai ter muita música conhecida da galera. E ouçam meu CD e DVD para já pegarem a malemolência do Forró!

Você teve uma vida cheia de desafios. Acredita que tudo isso te motivou a perseguir o sucesso? Com certeza! Creio muito em Deus e sei que nada nos acontece por acaso. Ele só nos coloca em situações que sabe que podemos suportar. Todas as dificuldades que passei – financeiras, de saúde, perdas familiares – me tornaram quem eu sou hoje, uma pessoa determinada, que batalha pelos sonhos, mas mantém sempre os pés no chão. Minha origem é muito humilde e isso está presente na minha essência. O sucesso é a retribuição do meu trabalho, sou muito agradecida por isso, mas sou privilegiada por ter uma família maravilhosa, pela oportunidade de correr atrás dos meus objetivos e pela chance de superar as dificuldades que apareceram. 

Você tem números impressionantes na internet. Além das milhões de visualizações no YouTube e milhares de menções nas redes sociais. Acredita que essa popularidade contribui ou é fruto do sucesso da sua carreira? A internet mudou o jogo completamente, nos adaptamos a uma nova forma de ser artista. Eu canto há vinte anos, desde muito antes das redes sociais ganharem essa dimensão, principalmente no interior do Nordeste. A popularidade nas redes sociais é uma manifestação do carinho do público, que conquistei durante minha carreira. Mas a internet é um meio fortíssimo de divulgar meu trabalho e conquistar novos fãs. O pessoal do Sudeste, por exemplo, que ainda não viu meus shows, pode ouvir meu CD no *Spotify* ou ver minhas apresentações no *YouTube*. Hoje temos que produzir e viver pensando nisso. Sempre fotografo meus looks, compartilho minha rotina com as pessoas nas redes, é uma forma de me aproximar das pessoas e faço isso com muito prazer. Sei que quem está ali me vendo e curtindo torce por mim, é ótimo receber essa energia e trocar carinho com eles.


Fotos Chico Cerchiaro @chicocertchiaro
Styling A Produção @a.producao
Make Rita Vasques @ritavasques_

terça-feira, 26 de dezembro de 2017

ESPORTE: Windsurf e adrenalina nas ondas de Jericoacoara

Fernando Pessoa já poetizava sobre o mar, seus encantos e mistérios. O Mar das grandes rotas de navegação, dos descobrimentos e dos esportes, claro! E esse mar está pra peixe, pra surf, pra SUP, pra mergulho, pra nadar e pra praticar o Windsurf. Pegue sua vela e navegue com a gente neste esporte que vem ganhando os mares, desafiando os ventos e quebrando ondas.

UMA PRANCHA, UMA VELA E UMA IDEIA


A década de 60 é o tempo de surgimento do windsurf. Foi nessa época que o casal, Newman e Naomi Darby desenvolveram o primeiro protótipo da prancha com vela. A experiência deles, ela canoísta e ele velejador, foram fundamentais para esta ideia, bem como o desejo de Naomi de por uma vela na sua canoa para poder se locomover mais rápido, contudo como a proposta não deu certo de primeira eles abandonaram a ideia antes mesmo de patenteá-la. E quem acabou levando adiante foram os amigos Hoyle Schweitzer (engenheiro aeroespacial) e Jim Drake (empresário e surfista), que, baseados num conceito um pouco diferente do inicial e com mais recursos financeiros, requereram patente do novo equipamento esportivo chamado windsurf, em 1968.

Pra coisa dar certo era necessário conciliar o movimento da vela com a direção da prancha, foi quando perceberam que a ação da vela mais os movimentos do corpo em uma prancha do surf poderiam dar o controle da direção, a partir daí Drake ficou responsável pelo desenvolvimento da vela e Schweitzer pelo shape e tamanho da prancha. Em 1973, foi produzida a primeira prancha em série e em 1984, o windsurf já estava participando dos Jogos Olímpicos.

A PRÁTICA

O windsurf é considerado por seus praticantes um esporte completo, já que trabalha todos os músculos do corpo, necessita de coordenação, equilíbrio e concentração para a precisão dos movimentos. Ainda assim é considerado um dos esportes aquáticos mais fáceis e, portanto o mais recomendado para os aprendizes ansiosos por resultados rápidos. Isso é o que dizem, só tentando mesmo pra saber. 

A verdade mesmo, é que o windsurf acaba sendo considerado um esporte radical tamanha as acrobacias realizadas por seus adeptos. A depender do vento os windsurfers chegam a atingir velocidades altíssimas, o recorde que se tem registro é de cerca de 90 km por hora. Consegue imaginar? Como é um esporte aquático e que depende do vento, conhecimento sobre marés e correntes é fundamental para um bom aproveitamento da modalidade. Saber nadar é essencial inclusive para a segurança do praticante. 



AS MANOBRAS

• Aerial Jibe - você salta sem soltar os pés das alças, gira a prancha em 180º e vira a vela no ar.

• Back Loop - O atleta dá um loop para trás.

• Body Drag - O velejador tira os pés da prancha e arrasta-os na água, retornando à posição inicial.

• Jump Jibe - Quando a troca da direção da prancha é feita no ar.

• Loop - Uma volta completa com a vela no ar.

• Push Loop - Um Back Loop contra o vento.

• Table Top - O velejador dá um salto e deixa a prancha horizontal ao mar.

NOS VENTOS DE JERI

Mari Patriota, fotógrafa super conceituada, esteve em Jericoara, uma das mecas do windsurf, e conversou com dois grandes nomes locais do esporte, o Bené e o Samuel. Moradores de Jeri, de vida simples, mas rica de sonhos e amor pelo vento, os meninos, que são praticantes do esporte há um bom tempo e até já participaram de campeonatos montaram há pouco mais de 4 meses uma escola de Windsurf e foram parceiros no projeto Provador. Além de ensinar as meninas a velejar na prancha de Wind, Bené e Sassá conversaram com Mari sobre o sonho de abrir a escola e o prazer de levar cada vez mais pessoas à prática da paixão deles. Esse foi o jeito ideal de ter o próprio negócio, na cidade onde gostariam e fazendo exatamente o que amam, espalhando esse amor em cada novo aluno. Fantástico, não?

O Bené explicou que a maior dificuldade dos iniciantes é entender sobre a direção do vento e essas noções são básicas para a prática do esporte. Para quem tá começando, o ideal é o mar com pouco vento, em média 2/4 nós, assim o aluno vai por partes trabalhando o equilíbrio e se familiarizando com o equipamento. Quanto às habilidades dos alunos, as mulheres tendem a pegar o jeito mais rápido que os homens, porém abandonam antes que eles que praticam por mais tempo. Quanto aos cuidados, o maior deles é evitar que numa queda, que é natural, o equipamento possa cair por cima do praticamente, fora isso, com esforço e afinco de 3h a 5h de aulas seguidas o aluno já consegue velejar sozinho, entrando e saindo do mar numa boa.




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segunda-feira, 25 de dezembro de 2017

LITERATURA: "Um Conto de Natal" de Charles Dickens, um dos textos mais divulgados da literatura universal até hoje‏

Publicada originalmente em 1843, Um Conto de Natal de Charles Dickens, em pouco tempo vendeu um recorde de cópias para a época (6 mil cópias em uma semana) e ao longo dos anos um dos textos mais divulgados da literatura universal, com adaptações para o cinema, teatro, e até histórias em quadrinhos, comovendo adultos e crianças de todas as épocas. Tornando-se o mais célebre conto de Natal já escrito. Projetado para ser publicado em capítulos em um jornal da época e com ilustrações do artista John Leech.

UMA POUCO DO CONTO...
 
A história narra a trajetória do Ebenezer Scrooge, um homem avarento que não gosta do Natal. Em meio ao frio e à neve da cidade de Londres, à véspera do Natal, todos se preparam para a comemoração do nascimento do Menino Jesus. Enquanto donas de casa ocupam-se alegremente com seus assados, os homens, ansiosos, não vêem a hora de voltar para casa, e as crianças perdem o sono pensando nos presentes. Enquanto o velho Scroose trabalha num escritório em Londres com Bob Cratchit, seu pobre, mas feliz empregado, pai de quatro filhos, com um carinho especial pelo frágil Pequeno Tim, que tem problemas nas pernas. 

Numa véspera de Natal Scrooge recebe a visita de seu ex-sócio Jacob Marley, morto havia sete anos naquele mesmo dia. Marley diz que seu espírito não pode ter paz, já que não foi bom nem generoso em vida, mas que Scrooge tem uma chance, e por isso três espíritos o visitaria. O primeiro espírito chega, um ser com uma luz que emanava de sua cabeça e um apagador de velas embaixo do braço à guisa de chapéu. Este é o Espírito dos Natais Passados, que leva Scrooge de volta no tempo e mostra sua adolescência e o início da sua vida adulta, quando Scrooge ainda amava o Natal. Triste com as lembranças, Scrooge enfia o chapéu na cabeça do espírito, ocultando a luz. O espírito desaparece deixando Scrooge de volta ao seu quarto.

O segundo espírito, o do Natal do Presente, é um gigante risonho com uma coroa de azevinho e uma tocha na mão. Ele mostra a Scrooge as celebrações do presente, incluindo a humilde comemoração natalina dos Cratchit, onde vê que, apesar de pobre, a família de seu empregado é muito feliz e unida. A tocha na mão do espírito tem a utilidade de dar um sabor especial à ceia daqueles que fossem "contemplados" com sua luz. No fim da viagem, o espírito revela sob seu manto duas crianças de caras terríveis, a Ignorância e a Miséria, e pede que os homens tenham cuidado com elas. Depois disso vai embora.

O terceiro espírito, o dos Natais Futuros, apresenta-se como uma figura alta envolta num traje negro que oculta seu rosto, deixando apenas uma mão aparente. O espírito não diz nada, mas aponta, e mostra a Scrooge sua morte solitária, sem amigos. Após a visita dos três espíritos, Scrooge amanhece como um outro homem. Passa a amar o espírito de Natal, e a ser generoso com os que precisavam, e a ajudar seu empregado Bob Cratchit, tornando-se um segundo pai para Pequeno Tim. Diz-se que ninguém celebrava o Natal com mais entusiasmo que ele. 

Mesmo tendo sido escrito há tanto tempo, o conto é um dos melhores sobre o tema, e atravessa gerações permanecendo-se sempre atual e tocante, e por incrível que pareça, sem dá importância aos presentes nem ao cristianismo. Focando mais no sentimento que a data provoca nas pessoas de um modo geral e de como elas são envolvidas pelo “espírito do Natal” presente nessa época provocando o que cada um tem de melhor. Ou seja, não importa se você crer ou não em Deus ou Jesus, com ou sem presentes, o Natal pode tocar a vida de cada um e despertar os melhores sentimentos.

Essa ligação de Dickens apresentada entre passado, presente e futuro mostra também que sempre se pode mudar, evolui e escolher um caminho melhor pelo resto da vida. Que o egoísmo e avareza só levam à solidão e amargura. Afinal, nunca é tarde para mudar e se tornar uma pessoa melhor. Independente daquilo que se acredita, porque não começar isso na época de Natal? 

SOBRE CHARLES DICKENS

 
Nascido no condado de Hempshire, na Inglaterra, em 1812, o escritor Charles Dickens passou uma infância miserável por conta do alcoolismo do pai que chegou a ser preso por conta de dívidas e arruaças. Aos dez anos de idade mudou-se com, a família para um bairro popular chamado Camden Town em Londres, morando em quartos baratos que eram pagos com a venda de objetos da família como talheres de prata e a biblioteca da família, que tinha feito as delícias do jovem Dickens. A situação só foi melhorar algum tempo depois quando seu pai recebeu uma herança. Anos depois, tornou-se jornalista, começando como cronista judicial e depois escrevendo textos com o pseudônimo Boz (Boz era a alcunha do seu irmão mais novo que não era capaz de pronunciar devidamente "Moses" - Moisés, em inglês). Em 1836 o The Pickwick Papers (Os Documentos Póstumos do Clube Pickwick) estabeleceu o seu nome como escritor. Mesma época em que se casou com Catherine Hogarth, com quem teve dez filhos, e anos depois se separaria por conta de seu romance com Ellen Ternan. Por conta do sucesso de Pickwick, em 1838 publicou o clássico da literatura “Oliver Twist” onde, pela primeira vez, apontava para os males sociais da era vitoriana.

Em suas obras seguintes, Dickens continuou com suas críticas sociais, passando por alguns textos autobiográficos como “David Coperfield”, de 1849, outros sombrios, como “A Casa Abandonada” (Black House) de 1853. No início dos anos 50, criou a revista semanal Household Words, aonde viria a publicar, em folhetins, alguns dos seus romances, que chegou a vender 40 mil cópias por semana. Em 1859 a revista foi reformulada, mudando de nome para "All the year round". Diante de todo esse sucesso, Dickens pode realizar um desejo antigo e comprou a Gad’s Hill Place, perto de Chatham, em 1856. Uma antiga casa que fazia parte do imaginário de Dickens e tinha um significado especial porque algumas cenas do Henrique V de Shakespeare localizam-se nesta mesma área. Essa referência literária agradava de sobremodo a Dickens. Por todo o conjunto de sua obra, inseriram seu nome entre os maiores escritores da Grã-Bretanha e do Ocidente em geral. Marcando com seus texto que retratam a era vitoriosa e suas críticas sociais ácidas às instituições britânicas. Dickens faleceu em 1870 ao lado de sua amada Ellen Ternan.

Fonte: Bob Nerd, Recanto das Letras, Wikipedia

sábado, 23 de dezembro de 2017

ESTRELA: Vanessa Giácomo - Para o ano começar em alto astral


De hábitos simples e personalidade forte, jeito doce e meigo, está ariana de atitude, determinada e aguerrida, Vanessa Mendes da Silva Lima Nascimento, afirma que “ser feliz é AMAR”. Vanessa Giácomo, conta que o nome artístico nasceu em homenagem ao seu avô materno. Quando criança sonhava em ter uma família linda e conquistar na vida tudo que desejasse com seu trabalho de atriz. E assim o fez, ainda muito jovem se formou em artes cênicas e foi em busca da realização dos seus sonhos. Menina carioca de Volta Redonda, de família unida e grande, aos 34 anos, continua sonhando e alçando voos cada vez mais altos. 

Mesmo não gostando de rótulos, ela é uma estrela de pura grandeza, artista inquieta em constante crescente, está sempre buscando se aprimorar, cada dia mais atraída pelo lado oposto das câmeras, afirma “Sempre sonho em fazer bons personagens e amo escrever também. Quero muito aprimorar isso na minha vida!”. 

No ar em Pega-Pega, novela das 19h da globo, onde interpreta a policial linha dura Antônia, teve preparação especial no Projac, com alguns policiais, trabalhando diversas técnicas como aula de tiro, entre outras. Já escalada para viver um dos principais papéis de “Verão 90 Graus”, novela escrita por Izabel de Oliveira e Paula Amaral, aproveitou um tempo entre gravações, a tripla jornada de mãe, a rotina corrida de cuidar de todos que ama, para participar de um ensaio especial de fim de ano para a MENSCH. 




Você escolheu a arte ou a arte lhe escolheu? Tentei ingressar na faculdade de cinema, que foi interrompida com minha primeira novela (Cabocla), que foi um divisor de águas pra mim. Desde então não parei mais. 

Tanto a doce Zuca, sua personagem de estreia na TV, no remake de “Cabocla”, quanto a vingativa Aline de “Amor à Vida”, lhe renderam premiações nacionais importantes. Fale um pouco sobre essa mistura de sentimentos de estrear na Globo e de forma aguerrida conquistou território, como lidou com essa transição? Ser reconhecida por um trabalho é sensacional, mas cada trabalho é um novo desafio. O frio na barriga volta com tudo e o coração acelera sempre. Isso nunca vai mudar! 

Ser atriz no Brasil é...? Eu sempre pensei em ser atriz! Ser atriz no Brasil é um luxo! Sou privilegiada de trabalhar com o que amo. 

Você está trilhando novos caminhos no cinema, lançando-se como roteirista, com curta-metragem o "Rodízio". O que fez você se interessar por esta linguagem para se expressar? Conta um pouco sobre seu processo criativo, como nasceu a ideia do roteiro e como ele se transformou em realidade? Eu sempre escrevia roteiros e deixava em uma gaveta. Um dia resolvi arriscar, porque é uma paixão que eu tenho. Preciso me expressar dessa maneira também, criando personagens, histórias.


Como é sua relação com o cinema? É uma paixão nova ou um amor antigo que está sendo conquistado e amadurecido com os anos? Eu sou apaixonada pelo cinema também. Nunca fiz filmes, só por se tratar de cinema. Faço personagens que me apaixono! 

Para você que está se aproximando do backstage do cinema, como está percebendo a produção de cinema no Brasil atualmente? Nunca me aventurei como produtora. O “Rodízio” eu tive ajuda dos meus colegas, que compraram a ideia e embarcaram comigo.

Você é uma jovem profissional múltipla, de sucesso reconhecido, mãe de três filhos com faixas etárias muito próximas ainda pequenos (9, 7, e 2), como concilia a rotina de mãe com as atividades profissionais? Eu consigo aproveitar cada segundo da minha vida. Não perco tempo com besteiras, sou bem prática. O tempo com a minha família é sagrado! 

Como é sua relação com recursos eletrônicos e redes sociais? No ambiente digital você é considerada celebridade, sente-se confortável neste personagem, ou prefere a de formadora de opinião? Não gosto de rótulos! Celebridade, formadora de opiniões... se tiver que me rotular, prefiro ser chamada de artista. Porque eu tenho muito amor ao ofício! Não tenho absolutamente nada contra aos que preferem ser considerado celebridade, ou formadores de opinião. Só acho que podemos ser múltiplos e rótulos nos limitam. 

Como se posiciona na educação dos filhos em relação ao tema? Meus filhos sabem tudo o que precisam saber com a idade deles. Não pulo etapas, acho que precisamos preparar os filhos para o mundo, mas pra tudo tem uma idade certa de discernir as coisas.

Como definir estilo? Qual é o seu? Eu acho que estilo, é você vestir aquilo que gosta e se sente bem. Meu estilo é mais clássico, mas não me privo de usar aquilo que me apaixono, seja a tendência do momento ou não. 



quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

ESTILO: Looks de Natal - O que usar em noite de festa em diferentes estilos

A forma como nos vestimos diz muito mais sobre nós do que imaginamos. Chega essa época de festas de fim de ano, com confraternização da firma, festa de natal e Réveillon e a dúvida aumenta. Para isso basta escolher as peças ideais que melhor se encaixem no seu perfil e do tipo de festa que vamos. O importante é se vestir de forma que você se sinta confortável sem abrir mão do estilo. Dosando estilos e maneiras de usar as peças e combinar cores você estará sempre bem vestido. Na hora de escolher suas roupas nas lojas, pense sempre de que forma elas serão usadas. Lembrando que quanto mais discretas e básicas elas forem, melhores maneiras de combiná-las entre si. Não tem mistério, basta ter bom senso e se adequar da melhor forma à sua realidade de programação. Para ilustrar melhor as ideias procuramos as referências da grife Perry Ellis com looks de final de festas.

 




quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

GADGETS: Natal high tech com 10 equipamentos de última geração

Muito além de ser apenas um equipamento tecnológico esses gadgets são objetos de design de última geração. A cada avanço da tecnologia novas possibilidades para velhos costumes. Fizemos uma seleção de 10 novos equipamentos que são uma bela prova disso e vão deixar o Natal de qualquer um mais tech de todos os Natais. Vai ter muito marmanjo escrevendo cartinha para Papai Noel ficar de olho nesses gadgets.





segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

ESTILO: As joias deles - Homens abraçam o uso da joia e ganham notoriedade entre os consumidores do segmento


Os acessórios possuem um papel importante na hora de compor o visual. Desde a época do colar com dentes de animais selvagens dependurados no pescoço por um farrapo de couro, sempre possuiu uma ligação com o status pessoal. Tanto em um passado muito distante, quanto atualmente, os acessórios diferenciam as pessoas que os usam, comunicando quem você é através da forma como usa e, confirmando o estilo pessoal. 

Na antiguidade, o uso da joia estava atrelado ao poder, onde liderança e força eram representados por meio do seu uso. Com a chegada das primeiras civilizações, a arte da joalheria se sobressaia devido ao primor do trabalho empregado nas peças. Na Roma Antiga, por exemplo, as joias usadas tiveram ligação com a prosperidade. Por isso, haviam exemplares com moedas de ouro, reflexo do poderio econômico que representavam. Posteriormente, passaram a ter forte influência de elementos religiosos, em decorrência do novo cenário de decadência que assolou o Império Romano. 

DO PODER A ARTE

Na idade Média, a partir do poderio da igreja e de uma nova estrutura social advinda das relações de submissão, fidelidade e interesses socioeconômicos, estabelecidas entre reis nobres e vassalos, a joia aparecia como elemento de distinção social. No Renascimento, foi elevada ao patamar de obra de arte, até porque o momento era de grande florescimento cultural. E não tinha essa de que homem não se enfeitava, muito pelo contrário, eles, principalmente os aristocratas, cobriam-se de muito brilho, enfeitando colo, braços e mãos. 

O HOMEM ATUAL E SUAS JOIAS

Com exceção de trinta e poucos anos para cá, usar joia sempre foi coisa de homem sim e atualmente tem sido impulsionada por homens vaidosos, que alimentam um apreço pela própria imagem, onde vemos um resgate das origens. Quando o homem atual busca diferenciar-se dos demais, destaca-se por meio do uso das joias. "O homem tem visto que usar um adorno não faz dele menos másculo. Quando ele procura uma joia, assim o faz para se destacar no grupo, ser olhado de forma única, mostrando por meio do que usa, força, atitude e personalidade. Com isso ele diz que não é mais um dentre vários", afirma o joalheiro André Lasmar.

Neste contexto atual, cada vez mais marcas e designers andam investindo no público masculino. A renomada joalheria Tiffany & Co., cada vez mais ciente da forte presença masculina comprando joias, abriu em 2016 o seu primeiro espaço voltado para os homens. A Tiffany & Co. The Men's Store está situada dentro da Isetan, uma loja de departamentos em Tóquio, no Japão. A marca, aliás, desenvolve peças com apelo masculino desde a sua inauguração, em 1837.

O SENHOR DOS ANÉIS

Segundo um estudo desenvolvido pela Unity Marketing, uma consultoria americana, exposto no final do ano de 2016, o percentual entre 2007 e 2009 da venda de joias para homens atingiu um crescimento de 10%, contra os 6,5 registrados pelo público feminino no mesmo período. A pesquisa mostrava ainda que os anéis são responsáveis pela maior fatia na compra das joias: representam cerca de 51%, isso sem contar alianças de casamento. E o anel, aliás, sempre esteve presente como símbolo máximo entre as joias usadas por homens, vide aqueles usados no dedo indicador para notar-se que pertencia a uma classe, família ou a um grupo. 

"Os homens costumam ser muito precisos e originais em suas escolhas! Geralmente optam por qualidade e conforto. Porém, em alguns casos, eles nos procuram com ideias e soluções inusitadas quanto à estrutura da joia e pedras precisas" pontua a designer de joias Carol Schwartz, dona da marca homônima inaugurada em 2012. Ela se diz fascinada por este universo desde a infância, quando criou os primeiros anéis junto à mãe e ao padrinho ourives. 

Carol compartilha ainda que sua marca não possui uma coleção específica voltada para o público masculino, mas, que, quando há a oportunidade de criar algo específico - o que se dá, segundo ela, a partir de quando o cliente procura personalizar algo pra si, ou um presente para um amigo - busca inspiração na arte e a na arquitetura. "Gosto de peças grandes e estruturadas, com temas lúdicos ou orientais. O Ouro branco e as pedras negras como ônix e o diamante negro estão sempre presentes", nos conta Carol.


Para André Lasmar, a joia masculina em seu trabalho é toda por encomenda e só sai depois de boas conversas com o cliente. "Não adianta eu criar algo que ache genial e o dono da joia pensar: Não vou usar isso!", afirma ele. E destaca que o seu trabalho é fruto de uma cadeia sucessiva de ideias que andam de mãos dadas. 

E o que seria tendência de uso atualmente? Bom, é nítido um intercâmbio do porta joias feminino para o masculino. Peças tidas como delicadas, ganham leitura sóbria e discreta, com a utilização do ouro negro e com pedras em tons como o de esmeralda, afinal, o homem está moderno, porém continua, pelo menos a maioria deles, prezando pela discrição, mas sem abrir mão do diferente. Além disso, peças versáteis e outras tantas que desafiam a precisão também são um atrativo em potencial para os olhos masculinos mais apurados.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

ESTRELA: Bia Arantes - Ela vai dar o que falar em janeiro com a estreia de "Deus Salve o Rei"

Ela tem um olhar enigmático e uma personalidade cheia de nuances que encantam. Apesar de ter apenas 24 anos, Bia Arantes já guarda uma bela trajetória de ótimos trabalhos, como “O Filme da Minha Vida”, sucesso nos cinemas esse ano, e agora em janeiro estreia sua nova personagem na novela global “Deus Salve o Rei”. Bia literalmente não é mais um rostinho bonito na TV, Bia traz talento e determinação das grandes atrizes. Sempre pronta ao um novo desafio e a aprender mais com outras pessoa, antes de tudo ela é uma observadora da alma humana. Antes do glamour dos flashes da sua profissão de atriz, Bia quer estudar e conhecer a vida que a cerca com pessoas interessantes. Isso faz dela uma mulher instigante e uma atriz desafiadora. Naturalmente sedutora, mesmo sem perceber, ela nos encanta.

Da sua estreia na TV em 2009 até hoje como avalia sua trajetória? A vida artística não é linear, atuando não é diferente. Há momentos de dedicação integral no trabalho, momentos de calmaria e estudos. Passei por muita coisa nesses anos, mas sempre é um deleite poder me dedicar a atuação profissionalmente. Cresci muito, aprendi bastante e avalio a minha trajetória como uma sucessão de surpresas e nenhuma monotonia (risos)!

Depois de um tempo no SBT você volta para a Globo na próxima novela das 19h, “Deus Salve o Rei”. Ansiosa por essa estreia? Claro! É sempre uma delícia poder dedicar-se a novos personagens e fico louca para vê-los no ar! Com a Brice a ansiedade não é diferente. 





Como resumiria sua personagem Brice? O que podemos esperar dela? Ela é uma mulher sedutora que manipula os homens seduzindo-os. Não posso falar muito mais (risos).

A cada novo trabalho um novo desafio. O que mais te instiga nessa profissão? É sempre uma delícia poder conhecer o universo novo que a personagem traz consigo, uma realidade psicológica. É muito enriquecedor o processo de conhecer e manipular a personagem recém chegado e é uma das coisas que mais me atraem na minha profissão

Voltando no tempo, você começou como modelo e até fez clipe musical. Quando despertou para ser atriz e como foi esse início? Eu era modelo fotográfica, mas nunca tinha pensado em levar isso a sério. Com o teatro a mesma coisa, um amigo que era maquiador e produtor na minha cidade em Minas ficou sabendo do job do clipe, me indicou e deu certo. Mesmo com tudo isso, a ideia de ser atriz só veio depois, quando por acaso fiz meu primeiro teste na Globo e passei para minha primeira novela. 

Curioso que parece que você possui mais trabalhos no cinema do que na TV. É verdade? Foi algo planejado ou foi acontecendo? Na verdade não, tá empatado, (risos). Eu sempre adorei cinema, e quando me tornei atriz queria muito estar envolvida em algum projeto incrível deste segmento. Com o tempo e dedicação, acabou acontecendo.  



Onde o cinema te seduz? Em tudo. Acho que o caráter intimista que o filme pode ter, você pode reorganizar cronologia, exposição dos fatos, a fotografia, trilha. Além disso, por ser uma obra com início, meio e fim já discriminados, têm-se um tempo de maturação e planejamento muito ricos.

Falando em cinema não podemos deixar de citar o sucesso de “O Filme da Minha Vida”. Foi o filme da sua vida (até agora)? Como foi participar? Com certeza! Foi uma experiência única, rica, emocionante, é uma obra que se tornou um dos filmes nacionais mais bonitos e sensíveis. Foi uma honra fazer parte dele. 

Pelo jeito seu estilo são filmes mais densos... É isso? O que te agrada mais no cinema? Alguma referência ou inspiração? Eu gosto da arte que incita, que incomoda, sensibiliza, que apresenta um novo prisma. Claro que tenho meus momentos de buscar apenas o entretenimento. Me inspiro muito em produções que têm essa função artística, estou sempre atenta e adoro aprender e conhecer novos diretores/atores/roteiristas. Procuro ir me abastecendo de coisas novas a todo momento. 
  
Você parece ser uma mulher cheia de personalidade... Verdade? O que te atrai ou repele para conhecer alguém? Como a maioria das mulheres hoje em dia, acho difícil não ser. Não costumo mensurar essa seletividade, estamos todos em constante mudança e até pelo meu trabalho, o ser humano sempre me interessa, seja para absorver coisas ou até como referência contrária. Mas, tenho preferência por gente bem-humorada e sensível por perto.
O que um homem precisa ter ou ser para chamar sua atenção? O que não tolera? Não tolero gente rasa. Os seres humanos têm de ser interessantes. E meu namorado, por exemplo, tem bastante personalidade. 




Você é uma pessoa vaidosa? Com o que? Já fui mais, no âmbito de estar sempre muito arrumada. Hoje em dia me preocupo com o conforto e com minha saúde. Tenho muito cuidado com a minha pele, por exemplo. 

Qual sua maior qualidade e seu pior defeito (se é que tem! Risos)? Não sou perfeita, acho que ninguém, né? (risos). E é claro que tenho defeitos! Acho que sou muito reativa, densa demais em questões que poderiam ser simples. Quanto à qualidade, isso é difícil, acho que sou uma boa ouvinte, prezo pelo companheirismo. 

Esse ensaio teve uma pitada meio dark, meio sexy... Você guarda um pouco disso em você? Guardo. Conheço em mim uma profundidade melancólica, bem escondida. Quanto ao sexy, eu não sei. Personagens têm exigido sensualidade em mim, o que significa que a tenho em algum lugar, mas não a reconheço tanto no meu dia-a-dia.

O que te distrai nas horas livres? Cinema, drinks, livros.

Para te conquistar basta... Fazer isso todos os dias. Ninguém é um jogo ganho.


Fotos Rodrigo Lopes
Produção e estilo Ju Hirschmann
Make up Marcela Queiroz
Agradecimento Skull Bar (locação) 11 3073-0464

Bia usa: Meia arrastão Capezio 11 3079- 9801, Body lurex Valisere 11 3052-6800, Botas Shoestock 11 5093-5586, Meia calça Puket 11 2197 -7800, Jaqueta Santantista Jeanswear 11 23838926, Body preto Hope 11 3062-8757, Acessórios Minha Avó Tinha 11 99934- 9312